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08/01/2016 Panorama Econômico - Sexta-Feira - 08/01/2016
Panorama Econômico - Sexta-Feira - 08/01/2016

Brasil – IPCA fecha ano em 10,67%, Dilma fala de reforma na previdência. Estudo do BC sugere que ação no câmbio é ineficaz.

IPCA fecha 2015 em 10,67% - O IBGE apresentou o IPCA de dezembro, que variou 0,96%, menor do que o 1,06% aguardado pelo mercado, mas ainda é a taxa mensal mais alta para um mês em dezembro desde 2002. Com esse resultado o IPCA acumulou alta de 10,67%, contra 6,41% em 2014. Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, os dois maiores resultados foram de Alimentação e Bebidas (1,50%) e Transportes (1,36%) que, juntos, responderam por 66% do IPCA do mês, já que a soma de suas contribuições gerou 0,63 p.p.


Dilma critica aposentadoria aos 55 anos e defende volta da CPMF – Em café da manhã com jornalistas, Dilma defendeu a redução da inflação para 6,5% em 2016 e insistiu na recriação da CPMF. Dilma disse que o maior erro em 2014 foi não reconhecer a crise das economias externas e o problema interno da seca. Quando falou sobre a previdência, criticou a idade média no Brasil ser de 55 anos, citou que países desenvolvidos buscam o aumento da idade mínima, mas falou do caminho do 85-95, lembrando que é importante não mexer nos direitos adquiridos.


Estudo do BC diz que ação no câmbio pode não ser eficaz – Em estudo do BC sobre os efeitos práticos das intervenções no câmbio o BC conclui que operações muito grandes ou muito pequenas podem ser ineficazes. Segundo BC "Podemos concluir que o BC tem capacidade de afetar as condições do mercado e o sentimento dos participantes quando as intervenções são realizadas surpreendendo o mercado e com tamanho adequado, ou seja, intervenções muito grandes ou muito pequenas podem não ter o efeito esperado”. O BC diz que os trabalhos para discussão representam as opiniões dos autores e não refletem, necessariamente, a visão do banco. De agosto de 2013 até 31 de março de 2014, o BC ofereceu ao mercado o que ficou conhecido como "ração diária" nas operações de swap. Nos últimos meses, com exceções, o banco apenas rolou esses contratos. O estudo se apresenta em tempo inoportuno, um dia depois de ter apresentar a perda de quase R$ 90 bilhões com intervenções no câmbio em 2015.


Mercados Internacionais – Bolsas se recuperam com alívio da China, mas seguem atentos com dados do payroll.

Bolsas

Futuros de NY e bolsas da Europa avançam - Impactados por uma melhora nos mercados da China, os índices futuros das bolsas de Nova York apontam para uma abertura em alta, e as bolsas europeias se recuperam. Ambos os mercados aguardam atentos aos dados do payroll.

Bolsas asiáticas reagem a medidas de Pequim - As bolsas chinesas fecharam em alta refletindo a decisão do PBoC orientando o yuan para cima ante o dólar, e também com a suspensão do recém-inaugurado sistema de circuit breaker. O Xangai Composto subiu 2%, após despencar mais de 7% ontem, enquanto o Shenzhen Composto, avançou 1,1%. No Japão, no entanto, a Bolsa de Tóquio terminou em baixa pela quinta sessão consecutiva, aos 17.697,96 pontos (-0,39%) diante do compasso de espera pelos dados do payroll dos EUA. A Bolsa de Hong Kong avançou 0,59% e a de Seul, 0,70%. Na Oceania, as incertezas com a China continuaram a pesar sobre a bolsa de Sydney e o S&P/ASX 200 caiu 0,4%.


Indicadores

Produção industrial da Alemanha em queda – Na Alemanha, um resultado negativo, produção industrial recuou 0,3% na comparação mensal, contrariando a expectativa de analistas de avanço de 0,5%. Na comparação anual, o indicador avançou 0,1% em novembro. A Alemanha informou ainda que teve superávit comercial de 19,7 bilhões de euros (US$ 21,4 bilhões) em novembro, menor que o saldo positivo revisado a 20,6 bilhões de euros de outubro, segundo dados ajustados por fatores sazonais. O resultado ficou abaixo da expectativa, de superávit de 20,3 bilhões de euros.


Economia Internacional

Membro do Fed acredita em juros a 1% no fim do ano - O presidente do Fed Reserve de Chicago, Charles Evans, afirmou que estima os juros em 1% até o final de 2016, acreditando em uma desaceleração no ritmo da elevação. Para justificar o ritmo menor, Evans citou as incertezas sobre a inflação. Ele afirmou a repórteres que os dirigentes do Fed vão ter de esperar até meados deste ano para ter confiança de que a inflação subirá. Evans não vota nas reuniões de política monetária deste ano.

China orienta yuan para cima pela 1ª vez em nove sessões - O Banco do Povo da China orientou hoje o yuan para cima frente ao dólar, por meio da taxa de referência diária que baliza os negócios de câmbio. Depois de nove sessões orientando para baixo, o PBoC estabeleceu a taxa de paridade em 6,5636 yuans por dólar, ante 6,5646 yuans/dólar na sessão anterior.


Radar: Payroll no radar internacional – Para hoje, é esperado o fluxo de veículos nas rodovias pedagiadas em dezembro. Nos EUA, o número de postos de trabalho criados em dezembro abre a agenda às 11h30. A estimativa é de geração de 210 mil empregos, ante 211 mil em novembro. Às 13 horas, saem estoques no atacado em novembro; às 16 horas, o presidente do Fed de Richmond, Jeffrey Lacker, discursa e, às 18 horas, sai o crédito ao consumidor em novembro.


 Conforme Análise da XP Investimentos


Agronegócio

Soja

Safra pode bater novo recorde. Câmbio sinaliza ser favorável a preços no Brasil - Com a rentabilidade da temporada 2015/16 atrativa, podendo ser maior que a da anterior, a soja se mantém competitiva em relação a outras culturas, seguindo na liderança em área cultivada no Brasil. Assim, a próxima safra deve bater novo recorde de produção. Em dezembro, a Conab divulgou estimativa de que a soja ocupe 33,2 milhões de hectares na temporada 2015/16, crescimento acumulado de 45,9% nos últimos 10 anos-safra. No mesmo período, a produtividade deu um salto de 27,6%, tomando-se como referência os números previstos para a temporada atual (3.087 kg/ha), o que elevou a oferta em 86,2%, caso sejam confirmadas as 102,5 milhões de toneladas previstas para a safra corrente – todos números recordes. No geral, produtores brasileiros apostam que o dólar permanecerá em níveis elevados. De acordo com levantamentos da equipe de custos agrícolas do Cepea, considerando-se a compra de todos os insumos para a cultura da soja a preços de novembro/15 e a venda de toda a produção no mesmo mês, mantendo-se a tecnologia adotada na safra 2014/15, a rentabilidade média seria de 17,2% sobre o custo total. Em novembro de 2014, o rendimento era de 12,5%. Com tais parâmetros, produtores têm se apressado para negociar. Levantamentos do Cepea apontam que cerca de 40% da produção esperada já foi vendida. No cenário mundial, conforme o relatório do USDA, a produção de soja deverá ser de 320,11 milhões de toneladas na temporada 2015/16. Deste total, só os Estados Unidos produziram 108,35 milhões de toneladas e o Brasil, pouco mais de 100 milhões de toneladas. A Argentina deve produzir 57 milhões de toneladas de soja, abaixo apenas do colhido na safra passada. O consumo da China deve crescer 7,5% e as importações devem atingir 80,5 milhões de toneladas.

Fonte: Cepea


Milho

Investidores começam a dar mais atenção à definição da safra 2016/17 nos EUA - Na Bolsa de Chicago (CBOT), os futuros do milho iniciaram o pregão desta sexta-feira (8) com ligeiras altas, próximos da estabilidade. Os analistas ressaltam que diante da falta de novas informações, as cotações ainda trabalham de maneira técnica, no intervalo de US$ 3,50 a US$ 3,80 por bushel. Além disso, o mercado segue focado no quadro norte-americano. Os produtores dos EUA colheram uma grande produção, próxima de 346,82 milhões de toneladas, conforme último boletim de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). Porém, as vendas para exportação seguem abaixo do registrado no mesmo período do ano passado, em cerca de 25%. Paralelamente, os especialistas reforçam que os investidores começam a dar mais atenção à definição da safra 2016/17 no país. E, por enquanto, é consenso que os atuais patamares praticados para o milho em Chicago não remuneram os produtores, uma vez que não cobrem os custos de produção.

Fonte: NA


 



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