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04/01/2016 Panorama Econômico - Segunda-Feira - 04/01/2016
Panorama Econômico - Segunda-Feira - 04/01/2016

Brasil – LDO de 2016 sancionada, mas com vetos como o do reajuste do Bolsa Família. Semana tem dados do IPCA e Produção Industrial.

Dilma sanciona com vetos Lei de Diretrizes Orçamentária de 2016 – A Lei Orçamentária de 2016 foi sancionada com mais de 40 vetos, pela presidente Dilma Rousseff. O veto mais marcante é no reajuste do Programa Bolsa Família em valor suficiente para assegurar reajuste de todos os benefícios financeiros, de acordo com a inflação medida pelo IPCA, acumulada entre maio de 2014 e dezembro de 2015. O governo afirmou que "se sancionado, o reajuste proposto, por não ser compatível com o espaço orçamentário, implicaria necessariamente o desligamento de beneficiários do Programa Bolsa Família."


Radar: Produção industrial e IPCA abrem 1ª semana de 2016 no Brasil - A agenda doméstica desta segunda-feira prevê o PMI Markit da indústria às 10 horas e do acumulado da balança comercial em dezembro às 15 horas. Para os dados da balança, as estimativas variam de US$ 2,5 bilhões a US$ 6,5 bilhões, com mediana de US$ 5,750 bilhões, de acordo com levantamento AE Projeções, o que estaria acima do resultado de novembro (US$ 1,197 bilhão). Os destaques da semana, contudo, são a produção industrial em novembro (quinta-feira) e o IPCA de dezembro (sexta-feira). Amanhã, não há dados previstos. Na quarta-feira, destaque para o PMI Markit de serviços, além do fluxo cambial semanal e do Índice de Commodities Brasil (IC-Br). Na quinta, também saem o IPC-Fipe, o IGP-DI e a produção da Anfavea, todos de dezembro. E, na sexta, prévia do IPC-S.


Destaque Focus: Inflação e câmbio em alta. PIB em queda - O Banco Central divulgou na manhã de hoje o relatório Focus semanal com a expectativa de economistas de mercado para os dados macroeconômicos brasileiros. O documento apontou para manutenção do IPCA, que deve ter fechado o ano de 2015 em 10,72%. Já para este ano, o mercado elevou a aposta de 6,86% para 6,87%. Em um cenário cada vez mais incerto, os analistas mantiveram a aposta do dólar comercial em R$ 3,90 em 2015. Para 2016 também foi elevada de R$ 4,20 para R$ 4,21. No caso da Selic, a expectativa de 2016 foi mantida em 15,25%. O mercado reduziu a aposta do PIB de 2015 de -3,70% para -3,71%. Para o ano que vem, a projeção foi de -2,81% para -2,95%.


Mercados Internacionais – Dados da China derrubam bolsas pelo mundo, em meio a tensões geopolíticas.

Bolsas

Bolsas da Europa e Futuros de NY em queda – Impactados pela liquidação de ações na China, que interromperam os negócios antes do previsto, as ações europeias e os futuros de NY operam em baixa. Nos EUA se adicionam uma cautela com os dados de emprego na semana, na Europa as tensões geopolíticas entre Arábia Saudita e Irã colaboram para o pessimismo, mesmo com dados de PMI da região melhores do que o esperado.

Bolsas asiáticas recuam forte com PMIs, e chinesas estreiam circuit breaker – O PMI Industrial fraco da China impactou fortemente as bolsas chinesas, que fecharam em forte queda, após estrearem novo sistema de circuit breaker. Com o novo sistema, as transações devem ser encerradas sempre que o CSI 300, índice que reúne as 300 ações mais líquidas negociadas em Xangai e Shenzhen, cair pelo menos 7%, que foi o que ocorreu na sessão de hoje. O Xangai Composto, principal da China, recuou 6,9%, a 3.296,66 pontos, na maior queda já registrada num primeiro dia de ano. O Shenzhen Composto despencou 8,2%, a 2.119,90 pontos. A Bolsa de Hong Kong caiu 2,68%; a Bolsa de Seul, 2,17%. Na Oceania, a Bolsa de Sydney recuou 0,5%. Já a Bolsa de Tóquio terminou com queda de 3,06%.


PMIs industriais da zona do euro em alta - O PMI Industrial da zona do euro passou de 52,8 para 53,2 em dezembro, segundo a Markit. O nível é o maior desde abril de 2014, e foi maior do que os 53,1 esperados pelo mercado. Individualmente, a Alemanha registrou um avanço de 52,9 para 53,2, a França passou de 50,6 para 51,4.


PMI industrial chinês segue em contração – Na China, o PMI Industrial recuou pela décima vez seguida, e passou de 48,2 para 48,6 em dezembro, segundo a Caixin e a Markit. Ainda na Ásia o PMI Industrial do Japão permaneceu inalterado, em 52,6, o maior nível desde marõ de 2014. Na Índia, o PMI Industrial recuou pelo quinto mês seguido em dezembro, de 50,3 para 49,1.


Radar: Payroll no radar internacional - Hoje, nos EUA, os destaques da agenda são o PMI Markit da indústria (12h45) e o ISM da indústria (13 horas), ambos de dezembro. Na quarta-feira, a agenda prevê o número de empregos criados no setor privado dos EUA (pesquisa ADP) em dezembro, além das encomendas à indústria e de bens duráveis, ambos referentes a novembro. Na quinta, tem pedidos semanais de auxílio-desemprego e, na sexta, o relatório oficial de emprego norte-americano (payroll). Na zona do euro, o sentimento econômico e a confiança do consumidor em dezembro e a taxa de desemprego e as vendas no varejo em novembro são esperados para quinta-feira. Na China, os preços ao consumidor e ao produtor devem ser publicados na sexta-feira.


 Conforme Análise da XP Investimentos


Agronegócio

Soja

Soja inicia o ano em queda na Bolsa de Chicago com pressão das bolsas chinesas - Os preços da soja operam em campo negativo na primeira sessão de 2016 na Bolsa de Chicago. Entre os fatores de pressão neste início de ano é a abertura bastante negativa das bolsas asiáticas. Na China, os principais índices acionários despencaram e fecharam a segunda-feira com baixas de 7%, fazendo com que, pela primeira vez, as operações fossem interrompidas. De acordo com analistas internacionais, as severas baixas foram justificadas, principalmente, pelos números fracos da atividade industrial do país, e também pela queda do iuan. O recuo da moeda aumenta, ainda segundo os especialistas, as preocupações em relação à saúde da economia local.  Paralelamente, os investdores ainda seguem se adequando aos seus fundamentos, esperando por notícias atualizadas, principalmente, sobre a nova safra da América do Sul. No Brasil, a instabilidade climática segue comprometendo as expectativas de produtividade. Na Argentina, importantes áreas agrícolas continuam sendo atingidas por chuvas bastante fortes, que já causam cheias em pontos determinados. No Paraguai também vêm sendo registradas condições adversas de climas prejudicando a safra 2015/16. 

Fonte: Notícias Agrícolas


Milho

Preços exibem ligeiras quedas no primeiro pregão de 2016 - Os futuros do milho negociados na Bolsa de Chicago  (CBOT) iniciaram o pregão desta segunda-feira (4) do lado negativo da tabela, com o mercado dando continuidade ao movimento negativo registrado na semana anterior. De acordo com informações de agências internacionais, os investidores acompanham os dados da demanda. O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) reportou as vendas para exportação em 705,2 mil toneladas de milho, na semana encerrada no dia 24 de dezembro. O número representa uma queda de 12% em relação à semana anterior e de 3% na média das últimas quatro semanas. Além disso, a safra da América do Sul continua em foco, especialmente a da Argentina, pois está sendo avaliada, pelos participantes do mercado, qual o impacto da retirada das tarifas para exportação, o que pode elevar as vendas por parte dos produtores rurais.

Fonte: NA


 

 



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