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29/12/2015 Panorama Econômico - Terça-Feira - 29/12/2015
Panorama Econômico - Terça-Feira - 29/12/2015

Brasil – Confiança de serviços em alta. IGP-M menor do que o esperado. Pedaladas devem ser quitadas e PT debate rumos do país com governo

Confiança do setor de serviços avança – Segundo a FGV, o índice de confiança do setor de serviços avançou 0,7 ponto entre novembro e dezembro, indo de 66,9 para 67,6. Segundo Silvio Sales, consultor da FGV, a avaliação das empresas sobre as condições de negócios permanece em queda, nem uma melhora das expectativas deve reverter o pessimismo do setor que deve ter reflexo importante no mercado de trabalho. O índice de situação atual recuou 0,8 ponto e o índice de expectativas subiu 2,2 pontos.


IGP-M avança abaixo das expectativas – Segundo a FGV, o IGP-M avançou 0,49% em dezembro, após subir 1,52% em novembro, e um pouco abaixo das estimativas do mercado de alta de 0,54%. O IPA-M, que representa o atacado subiu 0,49%, o IPC-M, que aponta os preços no varejo, cresceu 0,92%, e o INCC- que mede os preços da construção teve alta de 0,12%. Com o resultado final, o índice de inflação muito empregado em reajuste de aluguéis, acumulou alta de 10,54% em 2015, levemente abaixo dos 10,60% esperados pelo mercado.


Pedaladas devem ser quitada ainda este ano – Em nova estratégia para combater o processo de impeachment, o governo decidiu pagar ainda em 2015 todas as dívidas com bancos públicos e fundos apontadas pelo TCU - as chamadas pedaladas fiscais, para dissociar a imagem do governo com as pedaladas. Ontem, o secretário interino do Tesouro Nacional, Otávio Ladeira, disse que a intenção é quitar os passivos com recursos do caixa do Tesouro, do colchão (reserva) para pagamento da dívida pública e uma pequena fatia com a emissão de novos títulos.


PT pede ‘ousadia’ e governo diz que não deixará de perseguir equilíbrio fiscal – Com o a substituição de Joaquim Levy por Nelson Barbosa, crescem as pressões por uma mudança na forma como a economia está sendo guiada. O PT se une aos grupos que pedem mudanças na política econômica, e se coloca contra novos aumentos na taxa de juros, para que a presidente recupere a confiança de sua base. Do outro lado, o governo reitera que seguirão em busca do equilíbrio fiscal para retomar o crescimento, sem guinada à esquerda. Segundo fontes do Broadcast, um interlocutor próximo a presidente afirmou que "Não adianta fazer pressão. A presidente não vai ceder". Prosseguiu afirmando que a troca de ministros representa apenas uma mudança na gradação do aperto e a forma de fazê-lo "Mas ele é inevitável porque o reequilíbrio fiscal é cláusula pétrea para recuperar a confiança do País que permitirá a retomada do crescimento e a sua recuperação econômica".


PT tem cardápio de medidas pronta – Segundo o Painel da Folha, o PT defende uma inflexão na política econômica com medidas que defendam o emprego, aumente o crédito para micro e pequena empresa, mais concessões públicas via BNDES e securitização da dívida ativa. Além do discurso muitas vezes repetido de uma maior taxação aos ricos, sendo as medidas alíquotas de 40% para quem ganha mais de R$100.000 por mês, isenção para salários de até R$ 3.800, além de IPVA para jatinhos e helicópteros.


Setor público consolidado e Dilma em destaque - Às 10 horas, o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) da CNC. Às 10h30, é a vez do resultado do setor público consolidado no mês passado. As previsões são de déficit de R$ 24 bilhões a R$ 20 bilhões, com mediana negativa em R$ 21,5 bilhões e ante -R$ 11,530 bilhões em outubro. Entre eventos, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), recebe jornalistas para café da manhã às 9 horas e a presidente Dilma Rousseff, o ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, às 10 horas.


Mercados Internacionais – Petróleo e bolsas avançam no exterior

Bolsas

Bolsas europeias em alta – Impulsionadas pelo avanço das bolsas asiáticas, as bolsas europeias operam em alta nesta manhã. Ações de todos os setores registravam avanço mais cedo, com exceção das relacionadas a commodities, ainda afetadas pelos preços baixos dos insumos.

Futuros de NY apontam para recuperação – Depois de iniciar a última semana do ano no negativo, os índices futuros das bolsas de Nova York apontam para uma recuperação hoje. Os investidores aguardam dados para o dia, mas a liquidez deve continuar enxuta pelo fim do ano.

Bolsas asiáticas avançam – Em uma sessão marcada pela volatilidade, as bolsas chinesas apagaram as quedas de ontem, com o Xangai Composto subindo 0,9%, e o Shenzhen Composto, por sua vez, avançando 1%. A Bolsa de Tóquio recuperou-se de um movimento inicial de vendas causado pela fraqueza recente dos preços do petróleo e ganhou 0,58%. No geral da região da Ásia-Pacífico, os ganhos foram liderados por Sydney, com +1,15%. A Bolsa de Hong Kong subiu 0,36% e a de Seul, 0,11%.


Radar: Indicadores dos EUA em destaque - Às 12 horas, sai o índice de preços de moradias S&P Case-Shiller em 10 e 20 cidades referente a outubro. À 13 horas, é a vez do índice de confiança do consumidor do Conference Board em dezembro. Por fim, às 19h30, a agenda dos EUA prevê os estoques semanais de petróleo bruto calculados pelo API às 19h30.


 Conforme Análise da XP Investimentos


Agronegócio

Soja

Mercado em Chicago testa reação nesta terça-feira - Os preços da soja praticados na Bolsa de Chicago registram um tradicional movimento conhecido no mercado internacional como "turnaround tuesday", ou "reviravolta da terça-feira", e operam em campo positivo na manhã de hoje após encerrar a os negócios de ontem com baixas de até 10 pontos entre os principais vencimentos.  Segundo explicam analistas, o mercado na CBOT ainda trabalha em um intervalo curto de preços e no pregão anterior, quando se aproximou dos US$ 8,60 - que é um patamar de suporte para os contratos - incentivou algumas recompras de posições, resultando nesta tentativa de recuperação das cotações. O foco segue sobre a América do Sul e sobre o Brasil, principalmente. A safra 2015/16 continua ameaçada pelas adversidades climáticas nos principais estados produtores e nem mesmo as mudanças esperadas para o Centro-Norte do Brasil a partir do primeiro sábado de 2016, 2 de janeiro, não serão suficientes para reverter as perdas já consolidadas, mais expressivamente aquelas causadas pelo tempo quente e muito seco. Ao lado do mercado climático sul-americano, os investidores ainda acompanham o desenvolvimento - e principalmente as recente e intensas baixas - dos preços do petróleo e, conseqüentemente, do mercado financeiro.

Fonte: NA


Milho

Mercado opera em queda pelo segundo dia consecutivo – Na Bolsa de Chicago (CBOT), os futuros do milho iniciaram o pregão desta terça-feira com ligeiras quedas, próximos da estabilidade. As cotações do cereal operam do lado negativo da tabela pelo segundo dia consecutivo no mercado internacional. Ainda ontem, os preços acabaram sendo pressionados pelos rumores de que após a alta nos valores do grão no mercado interno chinês, o país poderia ofertar parte dos seus amplos estoques. Além disso, a situação da Argentina também continua sendo observada pelos participantes do mercado. Isso porque, com a retirada das tarifas para exportação, o mercado especula sobre um possível aumento na área semeada com o milho no país. Paralelamente, a queda nos preços do petróleo nesta segunda-feira também deu o tom negativo às negociações em Chicago. E, nem mesmo os números dos embarques semanais em 570,923 mil toneladas com volume ficando dentro das expectativas dos investidores, entre 550 mil a 675 mil toneladas, na semana encerrada no dia 24 de dezembro, foram suficientes para dar suporte aos preços.  

Fonte: NA


 



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