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28/12/2015 Panorama Econômico - Segunda-Feira - 28/12/2015
Panorama Econômico - Segunda-Feira - 28/12/2015

Brasil – Confiança da Indústria em alta. 67% a favor do impeachment segundo o Ibope. Governo cogita elevar a meta de inflação.

Confiança da Indústria avança – A FGV apresentou os dados do Índice de Confiança da Indústria em dezembro, que avançou 1,1 ponto, indo de 74,8 para 75,9. O indicador teve alta de 1,4 em novembro e 3,1 em outubro. O índice de expectativas avançou 1,9 ponto e o índice de situação atual registrou alta de 0,4 ponto. Segundo a coordenadora da Sondagem Tabi Thuler, a alta representa a normalização dos estoques e uma melhora nas expectativas, mas ainda é cedo para confirmar que existe uma mudança na trajetória da série.


Pesquisa do Ibope mostra 67% favoráveis ao impeachment – Pesquisa realizada pelo Ibope, entre os dias 5 e 9 de dezembro, mostrou que 67% são favoráveis ao impeachment da presidente Dilma Rousseff, enquanto 28% são contrários e 4% não responderam. Na mesma pesquisa 86% se mostraram a favor da cassação do presidente da Câmara Eduardo Cunha, 9% desejam que ele permaneça no cargo e 5% não responderam.


Governo quer subir o centro da meta de inflação para 5,5% ao ano – Sofrendo grande pressão de membros do PT, que querem evitar o início de um novo ciclo de alta de juros pelo BC em janeiro, o governo estuda subir o centro da meta de inflação dos atuais 4,5% para 5,5% ao ano, mantendo a margem de 2 pontos para cima ou para baixo. Atualmente o plano é ir no sentido inverso, e em 2017 a banda será diminuída de 2 pontos para 1,5 pontos.


Portaria remaneja recursos orçamentários de 2015 relativos a emendas individuais - A Secretaria de Orçamento Federal do Ministério do Planejamento publicou portaria em edição extra do Diário Oficial da União de 24 de dezembro que remaneja recursos entre órgãos do Poder Executivo. O documento faz mudanças no Anexo I do Decreto no 8.456, de 22 de maio de 2015, que trata da programação orçamentária deste ano. A portaria dispõe sobre o remanejamento de limites de movimentação e empenho relativos a emendas individuais.


Radar Semanal: Reunião da junta orçamentária e dados fiscais são destaque - A chamada junta orçamentária, formada pelos ministros Jaques Wagner (Casa Civil), Nelson Barbosa (Fazenda) e Valdir Simão (Planejamento), é recebida hoje pela presidente Dilma Rousseff para discutir o fechamento das contas da União deste ano. Segundo o ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, Edinho Silva, afirmou ao Grupo Estado que o encontro terá como principal tema o Orçamento de 2015. Não há horário previsto para o início. Também nesta segunda-feira em Brasília governadores se reúnem para discutir a elaboração de uma agenda de propostas para melhorar o ambiente econômico no País. Entre dados o resultado primário do Governo Central em novembro (14h30) - com previsões de déficit de R$ 9,7 bilhões a R$ 30,1 bilhões e mediana negativa em R$ 17,250 bilhões, de acordo com levantamento AE Projeções - e, por fim, o saldo semanal da balança comercial (15 horas). Amanhã, destaque para prévia do IPC-Fipe, IGP-M de dezembro e dados fiscais do setor público consolidado, enquanto na quarta-feira tem fluxo cambial semanal. Na quinta-feira, a BM&FBovespa fecha e na sexta-feira não haverá negócios por causa do feriado do dia 1º de janeiro.


Destaque Focus: Selic em alta e PIB em queda para 2016 - O Banco Central divulgou o relatório Focus da semana. O documento apontou para uma elevação do IPCA, que deve encerrar o ano em 10,72% e não mais em 10,70% estimado anteriormente. Para 2016, o mercado reduziu a aposta de 6,87% para 6,86%. Em um cenário cada vez mais incerto, os economistas ouvidos pelo BC mantiveram a aposta do dólar comercial em R$ 3,90. Para o próximo ano também ficou inalterada em R$ 4,20. No caso da Selic, a expectativa foi mantida em 14,25% neste ano. Em 2016, a estimativa subiu de 14,75% para 15,25%. O mercado manteve a aposta de queda do PIB de 2015 em 3,70%. Para o ano que vem, a projeção foi de -2,80% para -2,81%.


Mercados Internacionais – Petróleo em forte queda, e dados ruins da China puxam bolsas para baixo na última semana do ano.

Bolsas

Bolsas europeias e futuros de NY em queda – A última semana de 2015 começa com as bolsas em queda, refletindo a queda nos preços do petróleo e os dados ruins da economia chinesa divulgados. A expectativa é de que o volume de negócios seja fraco. Pesa a queda dos preços do petróleo. No caso de Wall Street, especificamente, os futuros indicam realização de lucros, após terem fechado em ligeira baixa e acumulado os maiores ganhos para uma semana em mais de um mês no último dia 24. A Bolsa de Londres está fechada devido a feriado (Boxing Day).

Bolsas na Ásia em direções opostas – As bolsas na China recuaram, impactadas por dados ruins de lucro industrial, somados ao desempenho ruim de ações de petrolíferas, como Sinopec (-3,06%), CNOOC (-1,43%) e PetroChina (-1,18%). Assim o índice Xangai Composto caiu 2,6% e o Shenzhen Composto, 2,2%. A Bolsa de Tóquio fechou em alta, de 0,56%, revertendo as últimas sessões de queda após o anúncio de novas medidas do Banco do Japão terem sido menos “agressivas” do que desejado. O principal motivo foram os indicadores decepcionantes da economia japonesa que trouxeram nova esperança da adoção de novas medidas de estímulos. Nas demais bolsas da região Ásia-Pacífico, Hong Kong caiu 0,4% e Seul, 0,8%. Na Austrália, os mercados ficaram fechados devido a feriado.


Lucro industrial na China tem queda anual – Um dos indicadores vindos da China que mais refletem nas bolsas do exterior, o lucro das maiores empresas do setor industrial, recuou 1,4% em novembro na comparação anual, vindo de queda de 4,6% em outubro.


Produção industrial e Vendas no Varejo em queda no Japão – No Japão, a produção industrial registrou queda de 1,0% em novembro na comparação mensal, primeira queda em três meses, mais forte do que o recuo de 0,4% esperado pelos economistas. As vendas no varejo do país recuaram 1,0% na comparação anual.


Radar: Confiança do consumidor dos EUA no radar internacional - A agenda dos EUA de hoje prevê o índice de atividade do Federal Reserve de Dallas referente a dezembro às 13h30. Ao longo dos dois próximos dias, merecem atenção o índice de preços de moradias em outubro da S&P/Case-Shiller, o índice de confiança do consumidor em dezembro e os estoques semanais de petróleo bruto do API, todos amanhã; além das vendas pendentes de imóveis em novembro e estoques semanais de petróleo do Departamento de Energia (DoE), na quarta-feira. Na Ásia, destaque para o PMI da indústria da China em dezembro na quinta-feira. Na sexta-feira, os mercados financeiros ficam fechados por causa do feriado do Ano-Novo.


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Agronegócio

Soja

Mercado estende movimento negativo no início da semana - Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago dão continuidade ao movimento negativo da última semana e voltam a recuar nesta segunda-feira (28). O mercado internacional recua, principalmente, em função das informações que vêm da Argentina indicando um expressivo aumento de área de plantio no país depois que as chamadas retenciones foram reduzidas pelo novo presidente, Maurício Macri. Entretanto, segue ainda no radar dos traders as informações sobre a seca no Brasil que se agrava a cada dia. Por outro lado, as poucas chuvas que chegam em locais pontuais do Brasil também atuam como fator de pressão sobre as cotações, mesmo sendo insuficientes, na maioria dos casos, para reverter os severos impactos do déficit hídrico que vem castigando as lavouras, principalmente de Mato Grosso. De acordo com analistas a soja recua para suas mínimas em 11 dias depois que algumas chuvas começaram a chegar ao Brasil.

Fonte: NA


Milho

Mercado opera em campo misto, próximo da estabilidade – As cotações futuras do milho negociadas na Bolsa de Chicago (CBOT) iniciaram o pregão desta segunda-feira (28) em campo misto, próximas da estabilidade. De acordo com informações de agências internacionais, o mercado busca direcionamento após fechar o pregão do último dia 24 de dezembro em queda. Além disso, analistas internacionais ressaltam que, assim como a soja, o mercado do cereal também está sob pressão frente às melhores perspectivas de produção na América do Sul. Paralelamente, os produtores norte-americanos têm segurado as vendas de grãos para 2016, uma vez que os preços praticados atualmente não estão atrativos.

Fonte: NA


 



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