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23/12/2015 Panorama Econômico - Quarta-Feira - 23/12/2015
Panorama Econômico - Quarta-Feira - 23/12/2015

Brasil – Relatório Trimestral prevê recessão mais forte. Confiança do consumidor em queda. Relator aprova contas de Dilma.

Relatório Trimestral projeta cenário pior para a economia – O Banco Central divulgou o relatório trimestral de inflação, onde projeta um IPCA em 2017 em 4,8% e em 2016 elevou de 5,3% para 6,2%, lembrando que o mercado já coloca a inflação de 2016 acima da meta, 6,87% segundo o último Boletim Focus. Para a atividade econômica, o BC projeta uma queda do PIB maior para 2015, antes colocava recuo de 2,7% e agora 3,6%. A desaceleração foi puxada pela forte redução dos investimentos, da indústria e de serviços. A indústria deve recuar 6,3%, a estimativa anterior era de queda de 5,6%. O setor de serviços deve retrair 2,4%, ante 1,6% previsto anteriormente. Os investimentos devem recuar 14,5%.


 Confiança do Consumidor em queda renova mínima histórica – Segundo a FGV, a confiança do consumidor recuou 2% em dezembro ante novembro, indo de 76,7 para 75,2, renovando a mínima histórica da série iniciada em 2005. Segundo a coordenadora da sondagem, a queda foi influenciada pela piora da percepção da situação financeira familiar, reflexo da aceleração da inflação de alimentos, piora do sentimento em torno do mercado de trabalho e dificuldades para reduzir o nível de endividamento. Na comparação anual a queda é de 21,3%, o índice de situação atual recuou 4% e o de expectativas teve queda de 0,8%.


Confiança do Comércio retrai fortemente – A FGV apresentou o índice de confiança do comércio de dezembro, que recuou 4,5 pontos, indo de 65,9 para 61,4, o segundo menor nível da série histórica iniciada em março de 2010. O índice de expectativas recuou 7,2 pontos, indo para 66,5 que é o menor valor da série histórica, e o índice de situação atual recuou 1,8 ponto, para 57,3, o segundo menor valor da série.


Relator recomenda aprovação das contas de Dilma – Mesmo reconhecendo pedaladas fiscais, relator aprova conta de Dilma com ressalvas. Segundo o relator, senador Acir Gurgacz, não houve desrespeito à Lei de Responsabilidade Fiscal nas pedaladas fiscais, uma vez que elas se amparam em contratos entre Tesouro e bancos. Apesar da divulgação do parecer, o texto só deve ir à votação na Comissão Mista de Orçamento do Congresso em março. Em seguida, ainda terá de passar pelo plenário em sessão conjunta da Câmara e do Senado, a quem caberá dar a palavra final sobre as contas da presidente.


Radar: Arrecadação na agenda do dia - À tarde, a Receita Federal anuncia o resultado da arrecadação federal de novembro (14h30). As estimativas vão de R$ 94,639 bilhões a R$ 108,000 bilhões, com mediana em R$ 101,048 bilhões, segundo o AE Projeções, após a arrecadação somar em outubro R$ 103,530 bilhões. Em novembro de 2014, o total arrecadado foi de R$ 104,470 bilhões. Em Brasília, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski conduzirá audiência solicitada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para tratar do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff (14h00).


Mercados Internacionais – Dados de PIB na Europa mistos, e indicadores dos EUA em dia de pouco volume.

Bolsas

Futuros de NY e bolsas europeias sobem - Os futuros das bolsas de NY e as bolsas europeias avançam nesta manhã, ajudados pelo avanço dos preços do petróleo e com investidores à espera de uma série de indicadores norte-americanos. Na Europa As bolsas sobem cerca de 1,5%, enquanto em NY 0,2%.

Bolsas da Ásia em direções opostas – Em dia com volume menor de negócios, as bolsas asiáticas fecharam sem direção única. Além disso, os mercados do Japão estiveram fechados, porque o país celebrou o feriado do Dia do Imperador nesta quarta-feira. Na China, o índice Xangai Composto caiu 0,43%, enquanto o Shenzhen Composto, de menor abrangência, recuou 1,2%. Pode ter pesado a realização de lucros no fim da sessão, após dois dias de altas nas bolsas chinesas. Em Hong Kong, o índice Hang Seng fechou em alta de 0,96%. O Kospi, índice da Bolsa de Seul, subiu 0,33%. Na Oceania, o índice S&P/ASX 200 subiu 0,49%.


PIB da França cresce dentro do esperado – Na França, a segunda leitura do PIB do terceiro trimestre, alta de 0,3% ante o segundo trimestre, em linha com o esperado pelos analistas e igual a primeira leitura. Os gastos dos consumidores avançaram 0,3% e impulsionaram o resultado.


PIB do Reino Unido abaixo do esperado – No Reino Unido, em nova leitura do PIB, o crescimento foi de 0,4%, menor do que os 0,5% da leitura anterior e do estimado por analistas. Na comparação anual avanço de 2,1%, também menor do que os 2,3% previstos e apresentados na leitura anterior. A notícia é pior, pois o crescimento dos trimestres anteriores foi revisado para baixo, no geral os resultados levam para o mercado o sentimento de que o Banco da Inglaterra deve demorar mais para subir juros em 2016, como está previsto.


Radar: Sentimento do consumidor entre os destaques nos EUA - No exterior, a agenda traz hoje vários indicadores nos Estados Unidos, entre eles o índice de preços dos gastos com consumo (PCE) e a renda pessoal, além de encomendas de bens duráveis, todos de novembro e às 11h30. À tarde, saem o índice de sentimento do consumidor da Universidade de Michigan de dezembro e as vendas de moradias novas de novembro (ambos às 13h00). O Departamento de Energia dos EUA também divulga os estoques semanais de petróleo bruto (13h30). No Japão, o BC do país divulga a ata da última reunião de política monetária (21h50).


 Conforme Análise da XP Investimentos


Agronegócio

Soja

Perspectiva de menor produção no Brasil e preços no mercado internacional influenciam negócios - As negociações dos contratos futuros de soja na Bolsa de Chicago (CBOT) foram influenciadas ontem pelo clima na América do Sul, especialmente no Brasil. A instabilidade climática no Brasil tem levado diversas consultorias a revisar para baixo suas projeções para a safra de soja 2015/16. A perspectiva de menor produção da oleaginosa por causa de problemas climáticos contribuiu para evitar perdas maiores na sessão da CBOT da terça-feira, quando os contratos fecharam em queda, provocada pelo declínio nas cotações dos contratos de milho e trigo, que geralmente operam alinhados com a soja, já que os três produtos são substitutos na ração animal.  Hoje, os negócios devem continuar a ser pautados pela mesma questão. Continuam no radar, ainda, os diversos fatores que afetam a cotação do dólar em relação ao real e, conseqüentemente, os preços da soja no mercado internacional. Entre eles, os próximos passos do novo ministro da Fazenda do Brasil, Nelson Barbosa e o posicionamento das agências de classificação de risco que ainda vão divulgar a nota de crédito do Brasil. Além disso, nesta época do ano, geralmente, multinacionais com operações no Brasil remetem dólares para suas matrizes fora do País, o que também puxa para cima as cotações da moeda norte-americana em relação ao real. 

Fonte: AE


Milho

Dólar recua e vendedores seguram estoques – Apesar do recuo do dólar ontem, brasileiros ainda esperam por novas altas da moeda norte-americana e, conseqüentemente, por preços mais remuneradores para o milho no mercado interno. Por isso, liberam a conta-gotas os poucos estoques do grão ainda disponíveis - em especial aqueles produtores que contam com estrutura para armazenar a colheita e não têm urgência em liberar espaço para a soja. A oferta do grão tem sido baixa porque, de forma geral, quem ainda tem produto para venda no disponível são as cooperativas. E elas acabam direcionando os grãos para seus associados, dentre os quais criadores de aves e suínos, principalmente. 

Fonte: AE


 



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