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22/12/2015 Panorama Econômico - Terça-Feira - 22/12/2015
Panorama Econômico - Terça-Feira - 22/12/2015

Brasil – Cunha pode levar cassação à estaca zero, e espera resolver impeachment até março.

Cunha diz que espera resolver processo de impeachment até março - Eduardo Cunha afirmou, em entrevista à TV Câmara, acreditar que o processo de impeachment deve se resolver até março do próximo ano na Casa. O peemedebista também falou do processo por quebra de decoro parlamentar do qual é alvo no Conselho de Ética. Ele repetiu que a admissibilidade da representação foi feita desrespeitando o regimento e acusou os membros do Conselho de buscar exposição na mídia.


Cunha articula para levar processo de cassação à estaca zero – O relator do recurso de Eduardo Cunha apresentará um parecer que poderá levar o processo por quebra de decoro à estaca zero. Para que as atividades sejam iniciadas na CCJ hoje, é preciso um quórum mínimo de 34 deputados. Além disso, durante a discussão, também poderá ser apresentado pedido de vista (prazo maior para análise), adiando um desfecho do caso para 2016, uma vez que o recesso Legislativo inicia nesta quarta-feira.


Nº2 do novo ministro da Fazenda é alvo da Operação Zelotes - Anunciado nesta segunda-feira como o novo secretário executivo do Ministério da Fazenda, Dyogo Henrique Oliveira é alvo da Operação Zelotes que apura suposto esquema de compra de medidas provisórias nos governos Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff. O Ministério Público Federal pediu em outubro as quebras dos sigilos bancário e fiscal dele entre 2008 e 2015, o que teria sido autorizado pela Justiça Federal, segundo investigadores. O processo tramita sob sigilo. Atual “número 2” do Ministério do Planejamento, Oliveira é citado na investigação como possível elo, no governo federal, dos lobistas suspeitos de “comprar” medidas provisórias.


Radar: Dívida Pública e balança comercial são destaques locais - Entre os indicadores do dia o Banco Central apresenta a nota de política monetária e de operações de crédito do mês passado (10h30). Também hoje será divulgada a balança comercial semanal (11h00). O BC realiza leilões de linha, nos quais serão aceitos até US$ 500 milhões. As propostas para o leilão A serão aceitas entre 15h15 e 15h20 e, para o leilão B, entre 15h30 e 15h35. Entre os eventos, há a cerimônia de transmissão do cargo de ministro do Planejamento a Valdir Simão (9h00).


Mercados Internacionais – Bolsas apreensivas com PIB do EUA. Confiança do consumidor avança na Alemanha.

Bolsas

Bolsas da Europa e NY em queda - As bolsas europeias e os futuros das bolsas de Nova York oscilam entre altas e baixas nesta manhã, mas a maioria segue apreensiva com a divulgação do PIB do EUA, em meio à baixa liquidez. As bolsas da Europa reagem um pouco melhor impactadas pelo indicador de confiança do consumidor da Alemanha ter surpreendido positivamente.

Bolsas asiáticas em alta - As bolsas da região da Ásia-Pacífico fecharam em alta nesta terça-feira, mas novamente a Bolsa de Tóquio refletiu o desanimo dos investidores com as medidas anunciadas pelo Banco do Japão, o índice Nikkei caiu cerca de 3%. Já as bolsas da China fecharam em alta nesta terça-feira, com o índice Xangai Composto em alta de 0,26% e o Shenzhen Composto, de menor abrangência, com avanço de 0,9%. A Bolsa de Seul subiu 0,57%, a de Hong Kong teve alta de 0,18%, enquanto a Bolsa de Sydney valorizou 0,15%.


Confiança do consumidor avança na Alemanha - O índice GfK de confiança do consumidor da Alemanha superou a expectativa de estabilidade, e avançou de 9,3 em dezembro para 9,4 em janeiro. O resultado positivo é apoiado pela situação econômica robusta e pelas boas perspectivas de emprego no país. A pesquisa sinaliza que a demanda doméstica deve continuar a impulsionar a maior economia da Europa.


Radar: Agenda externa traz PIB dos EUA - No exterior, o destaque é a terceira estimativa do Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos referente ao terceiro trimestre do ano (11h30). As estimativas são de alta de 1,9%, abaixo dos 2,1% da segunda estimativa e do crescimento de 3,9% no segundo trimestre. Ainda nos EUA, saem as vendas de moradias usadas de novembro e o índice regional do Fed de Richmond de dezembro (13h00). E o API divulga os estoques semanais de petróleo bruto (19h30).


 Conforme Análise da XP Investimentos


Agronegócio

Soja

Mercado segue atento a clima e seus efeitos na safra brasileira - O fechamento dos contratos futuros da soja ontem na Bolsa de Chicago (CBOT), em leve queda, resultou da reação do mercado às altas registradas na semana passada, em um movimento de realização de lucros. Analistas apontam que nem a nova alta do dólar ante o real ontem foi suficiente para estimular os negócios. Nos próximos dias, o que deve pautar as negociações serão as informações climáticas sobre a safra na América do Sul, em especial no Centro-Oeste do Brasil. Além disso, cresce no mercado a preocupação com o tamanho da safra 2015/16 brasileira. Se a estimativa inicial variava de 101 milhões a 102 milhões de toneladas, hoje não se trabalha mais com a hipótese de uma colheita superior a 100 milhões de t. A grande maioria das consultorias acredita em um volume entre 96 milhões e 97 milhões de toneladas. Enquanto isso, a consultoria AGR Brasil, de Chicago, elevou ligeiramente sua estimativa de colheita de soja no Brasil para 100,6 milhões de toneladas, ante uma previsão anterior de 100,5 milhões, mas disse que as condições secas no Centro-Oeste e no Norte retiraram a possibilidade de uma safra com excelentes produtividades no país. A preocupação dos analistas é de que se o risco climático se restringir às lavouras de soja do Brasil, o fato vai influenciar o mercado externo, apesar de não ser suficiente para provocar grandes altas da commodity. A relação do dólar com as principais moedas do mundo e com o real também continuará no radar dos agentes do mercado, assim como os movimentos do produtor argentino para vender seus estoques do produto.

Fonte: AE


Milho

Produtores aguardam preços melhores e negociação segue lenta – O aumento dos preços do milho no mercado interno verificado nos últimos dias incentiva produtores a continuar aguardando o melhor momento para fechar negócios. A valorização do dólar ante o real desde a semana passada tem contribuído para que o grão fique mais caro. No mercado futuro, produtores vêm represando negociações não apenas na expectativa de melhor rendimento proporcionado pelo câmbio, mas também por receio de não conseguir plantar a área programada em função da irregularidade das chuvas na região. O indicador Cepea/Esalq fechou a R$ 36,15/saca, alta de 1,09%. Em dólar, o preço ficou em US$ 9,01/saca (-0,55%). 

Fonte: AE


 



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