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18/12/2015 Panorama Econômico - Sexta-Feira - 18/12/2015
Panorama Econômico - Sexta-Feira - 18/12/2015

Brasil – Indicadores econômicos seguem desapontando. STF dá vitória para Planalto. Dilma busca novo Ministro da Fazenda.

IBC-Br recua além do esperado – O Banco Central apresentou o IBC-Br de outubro, que recuou 0,63% ante setembro, acima dos 0,40% de queda esperados pelo mercado. Na comparação anual recuo de 6,38%, e atinge uma queda acumulada de 3,69% no ano. O indicador segue mostrando a deterioração da economia brasileira no ano, e aponta para um quadro similar no início de 2016.


IPCA-15 de dezembro no nível mais elevado desde 2002 – O IBGE divulgou o IPCA-15 de dezembro, alta de 1,18% ante novembro, acima dos 1,12% esperados pelo mercado, e dos 0,85% do IPCA-15 de novembro. Esse é o índice mais elevado para o mês desde 2002, quando registrou 3,05%. Com isso o IPCA-15 acumulado fechou o ano em 10,71%, mais elevado desde 2002, quando atingiu 11,99%. Em dezembro, alimentação e bebidas, com alta de 2,02%, e transportes, com 1,76%, apresentaram os mais elevados resultados de grupo. Juntos, foram responsáveis por 69% do índice, já que somam 0,82 p.p. de impacto, sendo 0,50 p.p. dos alimentos e 0,32 p.p. dos transportes.

Senado terá palavra final sobre impeachment - O STF deu uma vitória ao Planalto ontem, e reconheceu a autonomia do Senado para barrar o impeachment, mesmo após aprovação de um processo na Câmara dos Deputados. Assim para Dilma ser afastada é necessária aprovação por maioria simples no Senado. Os ministros também derrubaram a eleição que formou Comissão Especial sobre o tema na Câmara com maioria pró-impeachment. A oposição à presidente Dilma Rousseff no Congresso deve se reunir ainda hoje para definir a estratégia que será adotada a partir de agora.


Dilma busca substituto para o ministério - O anúncio da saída do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, só não foi ainda oficializado porque a presidente Dilma Rousseff não conseguiu definir o nome de seu substituto. As informações apontam que na próxima semana será anunciado o novo nome, na quarta-feira à noite, a saída de Levy foi um dos temas tratados na reunião de Dilma com o ex-presidente Lula, três ministros e o presidente do PT, Rui Falcão. Lula, agora, demonstra simpatia pelo senador Armando Monteiro, atual ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Os petistas, contudo, trabalham arduamente para que Dilma opte por uma solução caseira, limitando-se a transferir Nelson Barbosa do Planejamento para a Fazenda.

'Parece que governo tem medo de reforma', diz Levy - Joaquim Levy deu duas entrevistas no dia em que surgiram informações de que ele já se despediu de seu cargo. Uma para o jornal O Globo e outra por telefone ao Broadcast. O ministro referiu-se, durante todo o tempo da entrevista, ao governo como se já estivesse fora dele. "O governo só fala do fiscal. Por quê? Eu não sei. Nunca entendi. Parece que tem medo de reforma, não quer nenhuma reforma", protestou. Disse ter conseguido evitar mais "pedaladas" e brincou, dizendo que agora o seu caminho "é de paz interior". Por diversas vezes Levy referiu-se ao "final do ano legislativo", como se isso marcasse o fim de sua missão no governo. E sobre a dificuldade de Dilma encontrar um nome para substituí-lo, foi sucinto. "Sempre se encontra um sucessor.". Para o Globo acrescentou “Evidentemente, uma extensão da minha permanência depende da sinalização de reformas, ou sinalização da intenção de reformas”.


Radar: Levy e Caged são destaques - A agenda doméstica tem como destaque o Caged de novembro (12h00). As projeções do mercado são de fechamento entre 70.000 e 227.000 empregos, com mediana em -154.000 postos, sem ajuste sazonal. Entre os eventos, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, participa de café da manhã com a imprensa e, às 15h00, a presidente Dilma Rousseff reúne-se com entidades sindicais.


Mercados Internacionais – Banco do Japão anuncia novas medidas. Bolsas apreensivas com queda do preço petróleo.

Bolsas

NY E bolsas europeias estendem perdas - Os futuros de NY e as bolsas da Europa operam no campo negativo, estendendo as perdas de ontem, quando houve realização de ganhos obtidos com a decisão e comunicado do Federal Reserve e temor com a queda do preço do petróleo.

Bolsas na Ásia divergem – A Bolsa de Xangai fechou estável, impulsionada pela queda das ações e do petróleo em Nova York ontem. O índice Shenzhen Composto, de menor abrangência, caiu 0,3%. No Japão, o índice Nikkei reagiu negativamente as novas medidas anunciadas pelo BoJ, caiu 1,9%. Na Oceania, a Bolsa da Austrália fechou quase estável, com alta de 0,1%, aos 5.106,70 pontos.


Banco do Japão anuncia medidas suplementares de estímulo monetário – O Banco do Japão anunciou novas medidas suplementares ao atual programa de relaxamento monetário. O BoJ se comprometeu a expandir sua exposição a bônus do governo de longo prazo e a fundos de ações domésticos, ampliando o vencimento médio dos bônus de 7 a 10 anos para 7 a 12 anos, a partir de janeiro. A compra anual de 80 trilhões de ienes, US$650 bilhões, será mantida. A maior novidade é a compra de ETFS, fundos de índices, com 300 bilhões anuais de ienes, começando em abril de 2016.

Vendas no varejo no Reino Unido avançam – No Reino Unido, alta de 1,7% nas vendas no varejo em novembro ante outubro. O mercado aguardava uma alta de 0,5%, já na comparação anual, houve alta de 5% ante 3,1% das projeções.


Radar: PMI serviços e atividade industrial estarão no foco nos EUA - O calendário norte-americano prevê o PMI de serviços da Markit (12h45) e o índice de atividade industrial do Fed Kansas (14h00), ambos de dezembro. O evento de destaque é o discurso do presidente do Fed de Richmond, Jeffrey Lacker (16h00).

 Conforme Análise da XP Investimentos


Agronegócio

Soja

Após fortes altas na sessão anterior, soja apresenta estabilidade - Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago, após as altas de mais de 10 pontos da sessão anterior, operavam com estabilidade. Os movimentos de compra e venda de posições por parte dos investidores seguem alinhando os negócios nas últimas sessões e mantendo o comportamento técnico. Entretanto, os fundamentos, segundo explicam analistas, devem se fortalecer nos próximos meses na medida em que vêm trazendo a consolidação das perdas no Brasil por conta do clima e ainda a definição do plantio da temporada 2016/17 nos EUA. O mercado internacional ainda sente também a forte influência do mercado financeiro que parece, nas últimas sessões, ter amenizado a aversão ao risco por parte dos investidores que vinha pressionando as cotações de uma forma geral.

Fonte: Notícias Agrícolas


Milho

Clima beneficia lavouras de milho no RS, informa a Emater – Dados da Emater mostram que as lavouras seguem favorecidas com as condições climáticas atuais, apresentando potencial produtivo acima da média no Rio Grande do Sul. No atual momento 63% delas estão nas fases de floração e enchimento de grão, fases estas suscetíveis à falta de umidade no solo. Nesse sentido, as constantes chuvas registradas nas principais regiões produtoras, aliadas às temperaturas elevadas, têm contribuído para o bom desenvolvimento das lavouras. Nas lavouras semeadas recentemente e que se encontram em desenvolvimento vegetativo, os produtores tratam de aplicar nitrogênio em cobertura com o intuito de garantir uma boa produção futura. Entre aquelas plantadas no início do período recomendado, aproximadamente 1% já se encontra madura para a colheita, fato este que deverá se intensificar a partir de meados de janeiro próximo. 

Fonte: Emater RS



 



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