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15/12/2015 Panorama Econômico - Terça-Feira - 15/12/2015
Panorama Econômico - Terça-Feira - 15/12/2015

Brasil – Meta fiscal deve ser reduzida. Temer convoca reunião do PMDB.

Meta fiscal deve ser reduzida para 0,5% do PIB – Para impedir um eventual corte de R$10 bilhões no Bolsa Família, a presidente Dilma Rousseff admite reduzir a meta para as contas públicas de 2016 de uma economia equivalente a 0,7% do PIB para 0,5%. Segundo o Broadcast, fontes do governo dizem que o corte de 35% no programa é impopular e daria força para o impeachment.


Temer convoca reunião do PMDB amanhã – Em movimento articulado por Temer e Cunha para impedir que Dilma coloque deputados de outros partidos para conseguir votos para devolver o comando do PMDB na Câmara a Leonardo Picciani, amanhã pela manhã a executiva nacional do PMDB se reúne , em Brasília, para aprovar resolução impedindo que filiações consideradas "oportunistas" pelas lideranças peemedebistas sejam aprovadas.
TSE analisa recurso sobre contas de Dilma - O ministro Gilmar Mendes incluiu do TSE desta terça-feira um recurso proposto pela defesa da presidente contra decisão de investigar a prestação de contas da campanha presidencial de 2014. O recurso alega que o TSE já havia aprovado com ressalva as contas.
Radar: Tombini e LDO no radar - A agenda doméstica está voltada nesta terça-feira para o Congresso. O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, participa de audiência pública na CAE do Senado (10h00) para falar sobre as diretrizes, implementação e perspectivas futuras da política monetária. O Senado pode votar o projeto de repatriação de recursos (14h00). O Conselho de Ética da Câmara retoma a discussão sobre o processo contra o presidente da Casa, Eduardo Cunha (9h30). A Comissão Mista de Orçamento se reúne (14h00) para discutir o Projeto de Lei Orçamentária Anual (Ploa 2016). O Congresso tem sessão para votar 31 itens, sendo o último deles o projeto da LDO de 2016 (19h00). A presidente Dilma Rousseff o inaugura Museu de Congonhas, em Minas Gerais (10h30) e depois se reúne em Brasília com centrais sindicais, que entregarão documento em que reivindicam o crescimento da economia (16h00). O BC faz dois leilões de linha, no total de até US$ 500 milhões (15h15).
Mercados Internacionais – Petróleo em alta. Apreensão em torno da reunião do Fed cresce.

Bolsas

Bolsas da Europa e futuros de NY em alta – Impulsionados por uma melhora nos preços do petróleo, as bolsas europeias sobem mais de 1% nesta manhã, buscando recuperação das perdas da véspera, enquanto os futuros das bolsas de Nova York também operam no positivo antes da divulgação de vários indicadores hoje.

Bolsas asiáticas fecham sem direção única – O clima de apreensão em torno da reunião do Fed aumentou, e as bolsas asiáticas fecharam sem direção única. Na China, a Bolsa de Xangai migrou para terreno negativo nos negócios da tarde, terminando o dia em baixa de 0,3%, conduzida pela queda dos papéis de corretoras e bancos. Por outro lado, o índice Shenzhen subiu 1,1%. Em Hong Kong, o índice Hang Seng perdeu 0,17%, enquanto em Seul, o Kospi avançou 0,27%. Na Austrália, o S&P/ASX 200 recuou 0,4%. A Bolsa de Tóquio caiu 1,68% hoje, ao menor patamar desde 22 de outubro, com um pequeno fortalecimento do iene ante o dólar ampliando o clima de nervosismo antes do encontro do Fed.


Inflação ao produtor em queda no Reino Unido – No Reino Unido os dados de inflação desapontaram os analistas, com queda de 0,2% na comparação mensal e 1,5% na anual, enquanto era aguardado 0,1% e 1,3%.

Expectativa econômica acima do esperado na Alemanha – Os dados da Alemanha seguem vindo melhores do que o esperado, após um mês de novembro onde decepcionaram muito, e o índice ZEW de expectativas econômicas foi de 10,4 em novembro para 16,1 em dezembro. Os analistas acreditavam em alta para 15. Abrindo o índice, as condições atuais avançaram de 54,4 para 55.


China segue orientando o yuan para baixo - A China orientou o yuan para baixo pela sétima sessão consecutiva, por meio de uma taxa de referência diária. Para os negócios de hoje, o Banco do Povo da China (PBoC) estabeleceu a taxa de paridade em 6,4559 yuans por dólar, ante 6,4495 yuans na sessão anterior, representando um enfraquecimento de 0,1% da moeda chinesa ante o dólar.


Radar: Indicadores dos EUA em destaque - Na agenda internacional um dos destaques é o início da reunião de dois dias do Federal Reserve. Também nos Estados Unidos são esperados o índice de preços ao consumidor (CPI) de novembro (11h30), o índice de atividade industrial Empire State de dezembro (11h30), índice NAHB de confiança das construtoras (13h00), e os estoques API de petróleo bruto (19h30).


Conforme Análise da XP Investimentos


Agronegócio 

Soja

Movimento de correção sustenta CBOT, apesar de fundamentos - Os contratos futuros de soja começaram a semana em alta na Bolsa de Chicago (CBOT). Porém investidores atuam com cautela enquanto aguardam definições nesta semana, com destaque para o juro norte-americano, que pode ser elevado na quarta-feira. Nesta terça-feira, investidores seguem atentos aos movimentos do dólar e do petróleo e monitoram a demanda interna por grãos para esmagamento, com os números de novembro da Associação Nacional dos Processadores de Oleaginosas (Nopa, na sigla em inglês). Além disso, ontem o governo argentino reduziu a taxa sobre as vendas externas de soja de 35% para 30%, e o plano é diminuí-la progressivamente até sua eliminação em 2022. O anúncio do pacote é um sinal de Macri para que o setor oferte o volume armazenado de grãos. E depois da surpresa com a previsão da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), foi a vez da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) ajustar para cima a sua estimativa de safra. A associação prevê que o País colherá em 2015/16 99,4 milhões de toneladas, ante 98,6 milhões de toneladas na projeção de novembro. Na sessão de hoje, as atenções se voltam para a procura por soja dentro dos EUA. Analistas consultados pelo The Wall Street Journal projetam que o esmagamento de soja no país aumentou, bem como os estoques de óleo de soja, que vinham influenciando o mercado. Após a decisão do Banco Central norte-americano, o mercado pode ficar cada vez mais esvaziado com a proximidade do fim de ano. Os volumes de negócio tendem a diminuir nas semanas do Natal e Ano Novo. Além disso, o clima no Brasil deve continuar sendo monitorado. Dependendo das condições meteorológicas no País, a volatilidade na CBOT pode ser mais acentuada. A partir de agora, contudo, investidores, começam a voltar progressivamente suas atenções para as perspectivas para a safra 2016/17 nos EUA. 

Fonte: AE


Milho

 

Preços sobem com dólar, mas produtor espera mais - De olho no dólar, que volta a se valorizar ante o real, produtores elevam suas pedidas no mercado doméstico e administram a oferta de milho contando com novas reações. Ontem, o preço pago pela saca de 60 quilos subiu, mas não atingiu o valor pedido pelo vendedor. Indústrias e granjas buscam lotes de até 1.200 toneladas para entrega imediata e fecham negócios. Já a negociação futura é pontual, sem interesse significativo de venda ou de compra. O dólar avançou 0,28% na terceira sessão consecutiva de alta.


Trigo

Trigo causa prejuízo bilionário no Rio Grande do Sul - As mais pessimistas estimativas para a safra de trigo no Rio Grande do Sul vêm sendo confirmadas a cada nova divulgação de balanço de colheita. As perdas avaliadas em cerca de 50% sobre o inicialmente previsto, resultam em um prejuízo próximo a R$ 1,2 bilhão, de acordo com a Comissão de Trigo do Sistema Farsul. A colheita estimada pela Farsul em cerca de 2,7 milhões de toneladas, deve ficar próximo a 1,5 milhão, segundo cálculos da Conab, que aponta uma colheita de 1.731 quilos por hectare. O problema é a baixa qualidade do trigo, destinado à ração animal ou exportações. Para compensar os gastos com tecnologias e insumos que exigem investimentos intensivos, o trigo necessita de uma produtividade entre 55 a 60 sacas por hectare. Com o rendimento muito abaixo dos custos, há reforço nas perdas. A redução pela metade da estimativa de colheita de trigo impactou nos preços de toda a cadeia produtiva. Em seis meses, a saca de 60 quilos da farinha de trigo passou de R$ 34 para R$ 44. Segundo o Sindicato da Indústria do Trigo no Estado do Rio Grande do Sul (Sinditrigo-RS), até março há previsão de mais aumento que pode chegar a 10%, resultado da recomposição de margens e do repasse dos custos de matéria-prima, insumos e frete.

Fonte: Zero Hora


 



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