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11/12/2015 Panorama Econômico - Sexta-Feira - 11/12/2015
Panorama Econômico - Sexta-Feira - 11/12/2015

Brasil – Protestos contra Dilma no domingo. Temer barra planos de Dilma no PMDB. Governo trabalha para evitar o recesso

Protestos anti-Dilma no domingo - Movimentos anti-Dilma organizam para domingo novas manifestações a favor do impeachment da presidente, devem ocorrer protestos nos 26 estados e no distrito federal, em 108 cidades. Em São Paulo, a concentração será a partir das 13 horas no Masp, na Avenida Paulista, região central da cidade. Até agora, a maior manifestação contra a presidente Dilma Rousseff ocorreu em 15 de março, quando, segundo a Polícia Militar, quase 2 milhões de pessoas foram às ruas de todo o País.

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Temer barra ação do Planalto no PMDB – Mesmo após Temer pedir que Dilma não interferisse na disputa interna de seu partido, a presidente pediu para que seu Ministro dos Transportes do PR indicasse um deputado de seu partido do Rio de Janeiro para trocar de partido pelo PMDB, para ajudar na maioria de Picciani. O Ministro rejeitou a ideia, e Michel Temer determinou ontem que todas as novas filiações de deputados deverão passar pela Executiva Nacional. A ala pró- impeachment do partido também se movimenta para precipitar o rompimento do PMDB com o governo. O novo líder do PMDB na Câmara, Leonardo Quintão (MG), afirmou ontem ao Estado que o sentimento dos deputados é de rompimento com o governo. Também disse que a pressão popular é que vai definir o impeachment.
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Governo defende 'férias curtas' – Com intuito de extinguir o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, o governo tem se esforçado para construir um acordo com parlamentares e encurtar o recesso. A previsão é de que o recesso se inicie em 22 de dezembro e termine em 2 de fevereiro. Os ministros do STF, por sua vez, defenderam ontem uma interferência mínima e uma decisão rápida no julgamento que pode decidir a continuidade do processo de impeachment.

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Levy fala em deixar o governo, Tombini indica alta de juros – Em nova queda de braço com o Ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, Joaquim Levy ameaçou deixar o governo caso o congresso aprove a “meta zero” de superávit primário. Levy acredita que atingir um superávit é crucial para a retomada da economia. Nelson Barbosa defende uma meta mais flexível, e tem o apoio de outros senadores da base aliada, como Walter Pinheiro, Gleisi Hoffmann, Eunício Oliveira, Romero Jucá. O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, indicou que a instituição pode subir juros já no início do próximo ano, afirmou que “não limitará as suas ações pelos possíveis impactos fiscais”, que o BC segue conduzindo a política monetária de forma autônoma para trazer a inflação para a meta.

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Radar: Levy e varejo nos EUA são destaques - A agenda local traz nesta sexta-feira o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola do IBGE relativo a novembro e o terceiro Levantamento da Safra de Grãos 2015/2016 da Conab, ambos às 9 horas. A presidente Dilma Rousseff participa de cerimônia do Dia dos Direitos Humanos, no Palácio do Planalto (11h00), enquanto o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, dá entrevista (18h00), ao lado do secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, no encerramento do Seminário Internacional Projeto OEA: Compliance, em São Paulo. Depois, Levy participa, em Maceió, da reunião da Confaz.

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Mercados Internacionais – Mercados em queda com proximidade da reunião do Fed

Bolsas

Futuros de NY e bolsas da Europa em queda – A proximidade da reunião do Fed, semana que vem, aumenta a aversão ao risco e derrubam as bolsas europeias e os futuros de NY. Ontem, as bolsas europeias fecharam sem direção definida, com as incertezas dos investidores sobre os mercados de commodities, cujos preços vêm registrando baixas frequentes nos últimos dias.

Bolsas na Ásia em queda – A maioria das bolsas na Ásia recuaram, começando pelas chinesas, que fecharam em baixa, impactadas por uma maior preocupação com saídas de capital diante do enfraquecimento do yuan, e com o desaparecimento de Guo Guangchang, bilionário cofundador e presidente do conselho do grupo Fosun. O Xangai Composto caiu 0,6% e Shenzhen Composto recuou 0,7%. Já a Bolsa de Tóquio avançou 0,97%, ajudada pelo enfraquecimento do iene ante o dólar, que favoreceu as exportadoras, e pela demanda por ações após uma sequência de três baixas. A Bolsa de Hong Kong caiu 1,1%; a de Seul perdeu 0,2% e a de Sydney, o mesmo (0,2%).

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Inflação como previsto na Alemanha – Na Alemanha, alta de 0,1% no CPI em novembro ante outubro, e avanço de 0,4% na comparação anual, assim como previsto por analistas.

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Novos empréstimos da China melhor do que esperado – Um dos melhores termômetros para avaliar a eficácia dos estímulos do governo chinês, os novos empréstimos, totalizaram 708,9 bilhões de yuans (US$ 110,1 bilhões) em novos empréstimos em novembro, ante 513,6 bilhões de yuans em outubro e maior do que os 600 bilhões previstos pelo mercado. A base monetária da China (M2) teve aumento anual de 13,7% em novembro, após avançar 13,5% em outubro. Neste caso, a previsão dos economistas era de ganho menor, de 13,4%. Outro destaque no país foi novamente o governo orientando o yuan ao menor nível em mais de quatro anos pelo terceiro dia seguido.

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Radar: Dados dos EUA no radar internacional - Nos EUA, saem o PPI e as vendas no varejo, ambos de novembro, e às 11h30, os estoques das empresas de outubro. Às 13:00, o índice de sentimento do consumidor de dezembro da Universidade de Michigan.

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