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31/01/2016 Desbancarize seus investimentos
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08/01/2016 Panorama Econômico - Sexta-Feira - 08/01/2016
Panorama Econômico - Sexta-Feira - 08/01/2016

Brasil – IPCA fecha ano em 10,67%, Dilma fala de reforma na previdência. Estudo do BC sugere que ação no câmbio é ineficaz.

IPCA fecha 2015 em 10,67% - O IBGE apresentou o IPCA de dezembro, que variou 0,96%, menor do que o 1,06% aguardado pelo mercado, mas ainda é a taxa mensal mais alta para um mês em dezembro desde 2002. Com esse resultado o IPCA acumulou alta de 10,67%, contra 6,41% em 2014. Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, os dois maiores resultados foram de Alimentação e Bebidas (1,50%) e Transportes (1,36%) que, juntos, responderam por 66% do IPCA do mês, já que a soma de suas contribuições gerou 0,63 p.p.


Dilma critica aposentadoria aos 55 anos e defende volta da CPMF – Em café da manhã com jornalistas, Dilma defendeu a redução da inflação para 6,5% em 2016 e insistiu na recriação da CPMF. Dilma disse que o maior erro em 2014 foi não reconhecer a crise das economias externas e o problema interno da seca. Quando falou sobre a previdência, criticou a idade média no Brasil ser de 55 anos, citou que países desenvolvidos buscam o aumento da idade mínima, mas falou do caminho do 85-95, lembrando que é importante não mexer nos direitos adquiridos.


Estudo do BC diz que ação no câmbio pode não ser eficaz – Em estudo do BC sobre os efeitos práticos das intervenções no câmbio o BC conclui que operações muito grandes ou muito pequenas podem ser ineficazes. Segundo BC "Podemos concluir que o BC tem capacidade de afetar as condições do mercado e o sentimento dos participantes quando as intervenções são realizadas surpreendendo o mercado e com tamanho adequado, ou seja, intervenções muito grandes ou muito pequenas podem não ter o efeito esperado”. O BC diz que os trabalhos para discussão representam as opiniões dos autores e não refletem, necessariamente, a visão do banco. De agosto de 2013 até 31 de março de 2014, o BC ofereceu ao mercado o que ficou conhecido como "ração diária" nas operações de swap. Nos últimos meses, com exceções, o banco apenas rolou esses contratos. O estudo se apresenta em tempo inoportuno, um dia depois de ter apresentar a perda de quase R$ 90 bilhões com intervenções no câmbio em 2015.


Mercados Internacionais – Bolsas se recuperam com alívio da China, mas seguem atentos com dados do payroll.

Bolsas

Futuros de NY e bolsas da Europa avançam - Impactados por uma melhora nos mercados da China, os índices futuros das bolsas de Nova York apontam para uma abertura em alta, e as bolsas europeias se recuperam. Ambos os mercados aguardam atentos aos dados do payroll.

Bolsas asiáticas reagem a medidas de Pequim - As bolsas chinesas fecharam em alta refletindo a decisão do PBoC orientando o yuan para cima ante o dólar, e também com a suspensão do recém-inaugurado sistema de circuit breaker. O Xangai Composto subiu 2%, após despencar mais de 7% ontem, enquanto o Shenzhen Composto, avançou 1,1%. No Japão, no entanto, a Bolsa de Tóquio terminou em baixa pela quinta sessão consecutiva, aos 17.697,96 pontos (-0,39%) diante do compasso de espera pelos dados do payroll dos EUA. A Bolsa de Hong Kong avançou 0,59% e a de Seul, 0,70%. Na Oceania, as incertezas com a China continuaram a pesar sobre a bolsa de Sydney e o S&P/ASX 200 caiu 0,4%.


Indicadores

Produção industrial da Alemanha em queda – Na Alemanha, um resultado negativo, produção industrial recuou 0,3% na comparação mensal, contrariando a expectativa de analistas de avanço de 0,5%. Na comparação anual, o indicador avançou 0,1% em novembro. A Alemanha informou ainda que teve superávit comercial de 19,7 bilhões de euros (US$ 21,4 bilhões) em novembro, menor que o saldo positivo revisado a 20,6 bilhões de euros de outubro, segundo dados ajustados por fatores sazonais. O resultado ficou abaixo da expectativa, de superávit de 20,3 bilhões de euros.


Economia Internacional

Membro do Fed acredita em juros a 1% no fim do ano - O presidente do Fed Reserve de Chicago, Charles Evans, afirmou que estima os juros em 1% até o final de 2016, acreditando em uma desaceleração no ritmo da elevação. Para justificar o ritmo menor, Evans citou as incertezas sobre a inflação. Ele afirmou a repórteres que os dirigentes do Fed vão ter de esperar até meados deste ano para ter confiança de que a inflação subirá. Evans não vota nas reuniões de política monetária deste ano.

China orienta yuan para cima pela 1ª vez em nove sessões - O Banco do Povo da China orientou hoje o yuan para cima frente ao dólar, por meio da taxa de referência diária que baliza os negócios de câmbio. Depois de nove sessões orientando para baixo, o PBoC estabeleceu a taxa de paridade em 6,5636 yuans por dólar, ante 6,5646 yuans/dólar na sessão anterior.


Radar: Payroll no radar internacional – Para hoje, é esperado o fluxo de veículos nas rodovias pedagiadas em dezembro. Nos EUA, o número de postos de trabalho criados em dezembro abre a agenda às 11h30. A estimativa é de geração de 210 mil empregos, ante 211 mil em novembro. Às 13 horas, saem estoques no atacado em novembro; às 16 horas, o presidente do Fed de Richmond, Jeffrey Lacker, discursa e, às 18 horas, sai o crédito ao consumidor em novembro.


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Agronegócio

Soja

Safra pode bater novo recorde. Câmbio sinaliza ser favorável a preços no Brasil - Com a rentabilidade da temporada 2015/16 atrativa, podendo ser maior que a da anterior, a soja se mantém competitiva em relação a outras culturas, seguindo na liderança em área cultivada no Brasil. Assim, a próxima safra deve bater novo recorde de produção. Em dezembro, a Conab divulgou estimativa de que a soja ocupe 33,2 milhões de hectares na temporada 2015/16, crescimento acumulado de 45,9% nos últimos 10 anos-safra. No mesmo período, a produtividade deu um salto de 27,6%, tomando-se como referência os números previstos para a temporada atual (3.087 kg/ha), o que elevou a oferta em 86,2%, caso sejam confirmadas as 102,5 milhões de toneladas previstas para a safra corrente – todos números recordes. No geral, produtores brasileiros apostam que o dólar permanecerá em níveis elevados. De acordo com levantamentos da equipe de custos agrícolas do Cepea, considerando-se a compra de todos os insumos para a cultura da soja a preços de novembro/15 e a venda de toda a produção no mesmo mês, mantendo-se a tecnologia adotada na safra 2014/15, a rentabilidade média seria de 17,2% sobre o custo total. Em novembro de 2014, o rendimento era de 12,5%. Com tais parâmetros, produtores têm se apressado para negociar. Levantamentos do Cepea apontam que cerca de 40% da produção esperada já foi vendida. No cenário mundial, conforme o relatório do USDA, a produção de soja deverá ser de 320,11 milhões de toneladas na temporada 2015/16. Deste total, só os Estados Unidos produziram 108,35 milhões de toneladas e o Brasil, pouco mais de 100 milhões de toneladas. A Argentina deve produzir 57 milhões de toneladas de soja, abaixo apenas do colhido na safra passada. O consumo da China deve crescer 7,5% e as importações devem atingir 80,5 milhões de toneladas.

Fonte: Cepea


Milho

Investidores começam a dar mais atenção à definição da safra 2016/17 nos EUA - Na Bolsa de Chicago (CBOT), os futuros do milho iniciaram o pregão desta sexta-feira (8) com ligeiras altas, próximos da estabilidade. Os analistas ressaltam que diante da falta de novas informações, as cotações ainda trabalham de maneira técnica, no intervalo de US$ 3,50 a US$ 3,80 por bushel. Além disso, o mercado segue focado no quadro norte-americano. Os produtores dos EUA colheram uma grande produção, próxima de 346,82 milhões de toneladas, conforme último boletim de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). Porém, as vendas para exportação seguem abaixo do registrado no mesmo período do ano passado, em cerca de 25%. Paralelamente, os especialistas reforçam que os investidores começam a dar mais atenção à definição da safra 2016/17 no país. E, por enquanto, é consenso que os atuais patamares praticados para o milho em Chicago não remuneram os produtores, uma vez que não cobrem os custos de produção.

Fonte: NA


 

07/01/2016 Panorama Econômico - Quinta-Feira - 07/01/2016
Panorama Econômico - Quinta-Feira - 07/01/2016

Brasil – Produção Industrial desaba. Dilma discute atrasos no “Minha Casa, Minha Vida”.

Produção Industrial desaba e surpreende negativamente – Segundo o IBGE, a produção industrial recuou 2,4% em novembro, bem acima da queda de 1% projetada pelo mercado. Esse é o sexto resultado negativo seguido, acumulando queda de 8,1% em 2015. Na comparação anual a queda foi de 12,4% em novembro de 2015, 21ª taxa negativa consecutiva.


Dilma discute pagamentos em atraso e "Minha Casa, Minha Vida" com ministros - A presidente Dilma se reuniu com a equipe econômica para discutir os pagamentos atrasados em obras de infraestrutura e dentro do programa "Minha Casa, Minha Vida". Segundo o Broadcast, a presidente pediu que sejam atualizados dados do programa e das principais obras de infraestrutura do País. Como o governo quer medidas que estimulem a construção civil, reativando a contratação da faixa 1 do "Minha Casa", o mais importante é colocar em dia cerca de R$ 6,7 bilhões em atraso em obras que já foram executadas. Em relação ao setor automotivo, fontes do governo afirmaram que há uma preocupação real com a queda nas vendas e o risco para os empregos, mas as propostas do empresariado de lançar um programa de renovação da frota ainda estão sendo avaliadas pelo governo.


Tombini vai à Basileia no domingo - O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini e um diretor da instituição viajam para a Basileia, na Suíça. Tombini participará no domingo (10) e segunda-feira (11) de reuniões diversas no âmbito da Reunião Bimestral de Presidentes de Bancos Centrais do Banco de Compensações Internacionais (BIS). Já o diretor de Assuntos Internacionais, Tony Volpon, estará em eventos na mesma reunião, mas a partir de sábado, dia 9. Hoje, Tombini e a maior parte da diretoria da instituição terão atividades de trabalho em Brasília, sem compromissos públicos. Os diretores Anthero Meirelles (Fiscalização) e Otavio Damaso (Regulação) estão em férias.


Radar: Anfavea e leilão do BC são destaques domésticos - A Anfavea divulga a produção e venda de veículos de Dezembro (11h20) e o BC divulga os números de 2015 da poupança (15h00). O BC faz leilão de rolagem de contratos de swap com vencimento em 01/02/2016, entre 11h30 e 11h40, com resultado a partir das 11h50. O Tesouro faz leilão de venda de LTN e LFT às 11h30.


Mercados Internacionais – Bolsas da China novamente em fortes quedas derrubam bolsas pelo mundo.

Bolsas

Bolsas europeias e Futuros de NY em forte queda – Impactados pela forte queda na Bolsa de Xangai, as bolsas europeias e os índices futuros de NY operam em forte quedas, entre 2 e3 %. Os juros dos Treasuries americanos também recuam refletindo a ata da última reunião do Fed, que trouxe uma percepção de que a próxima elevação de juros está mais distante.

Bolsa de Xangai desaba 7,05% no pregão mais curto em 25 anos – Após o BC chinês fixar o yuan no menor nível desde 2011, a bolsa de Xangai terminou o pregão mais curto de sua história de 25 anos com forte queda de 7,05%. Semelhante ao ocorrido na segunda-feira, quando o pregão foi abreviado pelo circuit breaker, que estreou naquele dia. O índice CSI 300, que reúne as 300 ações mais líquidas negociadas em Xangai e em Shenzhen, cedeu 5% nos primeiros dez minutos de negócios desta quinta, levando a uma paralisação de 15 minutos do pregão. Quando os negócios foram retomados, o movimento de vendas se acentuou e o CSI 300 ampliou a queda a 7%, causando o abrupto encerramento da sessão. O pessimismo se espalhou depois de o BC chinês fixar o yuan no menor nível desde 2011. As demais bolsas da região Ásia-Pacífico foram contaminadas. Em Tóquio, a baixa foi de 2,33%.


Índices Internacionais

Vendas no Varejo em queda na zona do euro – Contrariando à expectativa do mercado de alta de 0,3%, as vendas no varejo na zona do euro recuaram 0,3% em novembro ante outubro. Na comparação anual alta de 1,4%.

Desemprego no menor patamar desde 2011 na zona do euro – Atingindo o patamar de outubro de 2011, a taxa de desemprego da zona do euro recuou para 10,5% em novembro, vinda de 10,6% em outubro, que foi revisado para 10,7%, segundo a Eurostat. Analistas aguardavam um resultado pior, em 10,7% para novembro. No total o número de desempregados recuou 130 mil.

Sentimento econômico no maior patamar desde 2011 – Outro indicador positivo vindo da Europa, o Índice de Sentimento Econômico da zona do euro subiu de 106,1 para 106,8 em dezembro, maior patamar desde abril de 2011. Resultado acima dos 106 aguardados pelos analistas. A confiança do consumidor avançou de - 5,9 para -5,7, a confiança da indústria passou de -3,2 para -2, a confiança de serviços foi de 12,8 para 13,1 e por fim, o ambiente de negócios passou de 0,36 para 0,41.


PBoC volta a fazer ajuste forte na taxa de referência - O Banco do Povo da China estabeleceu hoje a taxa de paridade para as transações cambiais no menor nível desde 2011, em 6,5646 yuans por dólar, e 0,5% abaixo dos 6,5314 yuans por dólar de ontem. O ajuste na taxa de referência foi o mais forte desde 13 de agosto, segundo o PBoC "algumas forças especulativas estão tentando obter ganhos ao manipular o renminbi", utilizando a outra denominação do yuan. Segundo o PBoC, essas operações "não têm nada a ver com a economia real (da China)" e apenas causaram "flutuações anormais" na moeda.


Radar Internacional: Pedidos de auxílio-desemprego e cortes de vagas planejados nos EUA estarão no foco - Os cortes de vagas planejados de dezembro (10h30) e os pedidos semanais de auxílio-desemprego (11h30) serão monitorados pelos investidores. Dirigentes do Fed de Richmond, Jeffrey Lacker (11h00) e do Fed de Chicago, Charles Evans (17h15), e o secretário do Tesouro, Jack Lews (19h00), discursam. O presidente Barack Obama dá entrevista à CNN (23h00).


Petróleo em forte queda - O tombo do mercado acionário da China, segundo maior consumidor de petróleo do mundo, renova as preocupações com o enfraquecimento da demanda em meio a um excedente global crescente e pesa no preço da commodity, colocando-o mais perto de US$ 30,00 o barril. O Brent é negociado nos níveis mais baixos desde 2004 e o WTI em patamares não vistos desde 2003.


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Agronegócio 

Soja

Cotações voltam a recuar em Chicago à espera do USDA e com atenção ao financeiro - O mercado internacional da soja opera em campo negativo mais uma vez nesta quinta-feira. Analistas internacionais voltam a falar sobre as especulações que os novos boletins do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) da próxima terça-feira estimulam no mercado e, na outra ponta, citam a influência ainda forte do mercado financeiro. Além disso, as bolsas chinesas voltaram a cair 7% e, novamente, tiveram o pregão interrompido. Desta vez, após 30 minutos. Ao mesmo tempo, há ainda as novas mínimas que vêm sendo testadas pelo petróleo esta semana. Na quarta-feira (6), a commodity foi abaixo dos US$ 33,00 por barril, recuando cerca de 6%, e também trouxe nervosismo ao mercado financeiro global. 

Fonte: NA


Milho

Falta de novidades provoca queda nas cotações - As cotações futuras do milho negociadas na Bolsa de Chicago (CBOT) iniciaram o pregão desta quinta-feira (7) em campo negativo. Diante da falta de novidades, que possam impulsionar os preços do cereal, o mercado voltou a trabalhar do lado negativo da tabela. Analistas explicam que o mercado ainda precifica a recuperação dos estoques e está focado no quadro norte-americano. As exportações americanas continuam péssimas e a demanda ainda não se concentrou no milho americano, sem contar que os compradores absorveram muito produto brasileiro. Além disso com o dólar forte no cenário internacional e possibilidade de nova alta na taxa de juros no primeiro semestre de 2016, tem afetado o mercado de commodities. Ainda hoje, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) reporta novo boletim de vendas para exportação. Além disso, os investidores já começam a voltar suas atenções às intenções de plantio da próxima safra americana. 

Fonte: NA


 

 

06/01/2016 Panorama Econômico - Quarta-Feira - 06/01/2016
Panorama Econômico - Quarta-Feira - 06/01/2016

Brasil – Reunião de Lula e Dilma. Minha Casa Minha vida para reaquecer economia. Temer articula no PMDB.

Dilma e Lula se reúnem em Brasília - A presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniram em Brasília, onde trocaram informações sobre o quadro político e política econômica. Também participaram o ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, e o presidente nacional do PT, Rui Falcão. Nas últimas semanas de 2015, tanto Lula quanto o PT cobraram medidas práticas por parte do novo ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, no sentido de sinalizar mudanças na política econômica para fazer um aceno à base petista, insatisfeita com as primeiras declarações de Barbosa à frente da pasta. Falcão publicou um texto no qual pede mais "ousadia" na economia em 2016.


Minha Casa Minha Vida pode ser utilizado para reaquecer economia – O governo pretende estimular a construção civil para retomar o crescimento, no chamado "novo PAC", no entanto, pode esbarrar em obstáculos como juros elevados, restrição na oferta de crédito e incertezas em relação à conjuntura política. No caso da faixa 1 do Minha Casa Minha Vida, onde é concedido subsídio de até 95%, a retomada das contratações seria uma alternativa de estímulo a geração de empregos. Para o presidente do Secovi, Claudio Bernardes, o possível uso de capital do FGTS para iniciar novas obras na faixa 1 poderia ajudar na recuperação do setor e, assim, incentivar a geração de postos de trabalho.


Temer age para não perder comando do PMDB – Olhando sua recondução à presidência da legenda, Michel Temer articula para pacificar a bancada do PMDB na Câmara, a Convenção Nacional está marcada para março. Temer ocupa o posto desde 2001 e sua recondução está ameaçada pelo PMDB do Senado, Renan Calheiros, o líder Eunício Oliveira e o senador Romero Jucá pretendem apresentar um nome para presidir o partido na convenção. Temer deve se encontrar com Eduardo Cunha para discutir o assunto. A definição do líder da bancada da legenda, a maior da Câmara com 68 integrantes, deverá ocorrer em fevereiro.


Radar: PMI de serviços, fluxo cambial e IC-Br são destaque no Brasil - Os destaques da agenda doméstica de dados de hoje são o PMI de serviços da Markit em dezembro às 10 horas, as vendas de veículos da Fenabrave no mês passado e em 2015 (11 horas) e o fluxo cambial semanal, de dezembro e consolidado de 2015 (12h30), além do Índice de Commodities (IC-Br) do Banco Central do mês passado (12h30). A S&P realiza teleconferência sobre tendências de ratings soberanos em 2016 (13 horas).


Mercados Internacionais – China e Coreia do Norte derrubam mercados pelo mundo.

Futuros de NY e bolsas da Europa recuam - Os futuros de NY apontam para queda superior a 1%, assim como as bolsas europeias, refletindo os dados fracos no setor de serviços da China, os testes com a bomba de hidrogênio da Coreia do Norte e a forte queda do preço do petróleo.

Bolsas na Ásia divergem – Na Ásia as bolsas no geral recuaram, temerosas com o teste da bomba de hidrogênio da Coreia do Norte, e com o dado de PMI de Serviços ruim da China. No entanto, na China, as bolsas fecharam em forte alta, recuperando-se após as perdas dos últimos pregões. O Xangai Composto subiu 2,3% e o Shenzhen Composto avançou 2,6%. No Japão, o índice Nikkei recuou 0,99%, após mostrar perda de 0,42% no pregão anterior. A Bolsa de Hong Kong caiu 0,98%, a Bolsa de Sydney, 1,18% e a Bolsa de Seul, 0,26%.


Índices Internacionais

PMI composto da zona do euro em expansão - O PMI composto da zona do euro avançou de 54,2 para 54,3 em dezembro, o 30º mês consecutivo de expansão, segundo a Markit Economics. Os analistas aguardavam um resultado mais modesto, de 54. Apenas o PMI de serviços da zona do euro ficou estável em dezembro, em 54,2, vindo igualmente acima da projeção do mercado e da prévia do mês passado, de 53,9.

PMI de serviços da China em queda – Em pesquisa da Caixin Media e da Markit Economics, o PMI de Serviços da China passou de 51,2 para 50,2 em novembro.

PPI recua na zona do euro – O Índice de Preços ao Produtor, PPI, da zona do euro registrou queda de 0,2% em novembro ante outrubro, segundo a Eurostat. Na comparação anual, queda de 3,2% em novembro. Os analistas aguardavam o dado concretizado na comparação mensal, e um pouco menor na anual, 3,1%. O núcleo do PPI recuou 0,2%.


Radar Internacional: Nos EUA, emprego no setor privado e ata do Fed - O relatório sobre criação de empregos no setor privado (ADP) em dezembro é o principal dado da agenda dos EUA hoje, às 11h15. Na sequência, saem saldo comercial em novembro (11h30); PMI final de serviços da Markit em dezembro (12h45); encomendas à indústria em novembro (13 horas); índice ISM do setor de serviços em dezembro (13 horas) e estoques semanais de petróleo bruto do DoE (13h30). Às 17 horas, o Federal Reserve publica a ata da última reunião de política monetária.


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Agronegócio

Soja

Soja em Chicago opera com estabilidade, testando leves baixas - Os preços da soja voltaram a recuar, nesta quarta-feira, na Bolsa de Chicago. O mercado continua se comportando de forma técnica e as oscilações mais tímidas vão se tornando mais frequentes na medida em que se aproxima a chegada dos novos boletins que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) na terça-feira que vem, 12 de janeiro. Os traders começam ainda a dar mais peso à disputa por área entre soja e milho nos Estados Unidos, que começa a se acirrar. Em relação ao clima na América do Sul, as condições começam a melhorar, porém, ainda não definitivamente. A safra de soja 2015/16, portanto, segue exigindo atenção, mesmo que as perdas ainda não tenham sido contabilizadas pelos órgãos oficiais.  

Fonte: Noticias Agrícolas


Milho

Preços operam com ligeiras altas, próximos da estabilidade em Chicago - As cotações do milho negociadas na Bolsa de Chicago (CBOT) iniciaram o pregão desta quarta-feira com ligeiras altas, próximas da estabilidade. O mercado tenta dar continuidade ao movimento positivo iniciado no dia anterior, após as perdas recentes. Ainda assim, é consenso entre os analistas de que os preços trabalham de maneira bastante técnica. Isso porque, faltam informações que possam alavancar as cotações da commodity no cenário internacional. Nesse instante, as atenções seguem voltadas para a demanda pelo produto norte-americano e, até esse momento, tanto os números dos embarques, como das vendas para exportação continuam abaixo do registrado no mesmo período do ano anterior, conforme dados do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). Além disso, já começam os preparativos para a próxima safra no país e há muitas especulações a respeito da área que será destinada ao grão.

Fonte: Notícias Agrícolas


 

05/01/2016 Panorama Econômico - Terça-Feira - 05/01/2016
Panorama Econômico - Terça-Feira - 05/01/2016

Brasil – PT defende 'Carta ao Povo Brasileiro' às avessas, com corte de juros e uso de reservas para reaquecer economia


Cúpula do PT defende que Dilma faça 'Carta ao Povo Brasileiro' às avessas – Preocupada com a aproximação das eleições municipais, a cúpula do PT quer que a presidente Dilma Rousseff faça uma espécie de Carta ao Povo Brasileiro às avessas, desta vez não mais para atrair o mercado financeiro, como fez Lula em 2002, mas para indicar um novo rumo. A proposta conta com apoio dos ministros do PT, que avaliam que o governo precisa de outra mensagem, que transmita esperança e estimule o setor produtivo. Os petistas prometem redobrar a pressão pela queda dos juros. Pregam, ainda, o uso de parte das reservas internacionais para reaquecer a economia. Pelos cálculos internos, se Dilma recorresse a US$ 130 bilhões, poderia combater a crise com um vigoroso pacote de infraestrutura e investimentos, melhoraria a situação fiscal e ainda continuaria com um caixa gordo de reservas. O ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, é contrário e Lula apoia a medida.


Leilões do Tesouro e do BC estarão no foco - A agenda doméstica tem como destaque a divulgação dos índices de Medo do Desemprego e de Satisfação com a Vida, medidos pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), às 11 horas. Entre os eventos, a presidente Dilma Rousseff reúne-se com o ministro da Casa Civil, Jaques Wagner (10h00). Às 11 horas, o Tesouro Nacional faz leilão de venda de NTN-B de até 750 mil papéis para os vencimentos 15/5/2021 e 15/8/2026 e até 150 mil títulos para os vencimentos de 15/5/2035 e 15/5/2055. Resultados a partir de 12h30. Também realiza ao meio-dia a oferta de até R$ 5 bilhões em títulos públicos em operação compromissada de 6 meses. Já o Banco Central faz das 11h30 às 11h40 leilão de até 11.600 contratos de swap cambial com data de vencimento para 01/06/2016, 03/10/2016 e 02/01/2017 para rolagem do vencimento de swap em 01/02/2016. Resultado a partir das 11h50.


Mercados Internacionais – Mercados ainda tensos por conta da China, inflação na Europa segue em ritmo lento


Bolsas

Futuros de NY recuam, bolsas europeias divergem - Os futuros de NY operam em queda, refletindo aversão ao risco, após a queda forte das bolsas chinesas, e as tensões geopolíticas entre Arábia Saudita e o Irã. No entanto a queda é menor hoje, refletindo as intervenções do Banco do Povo da China nos mercados financeiro e de câmbio para tentar acalmar os investidores. Na Europa, as bolsas respondem melhor a intervenção, e também em parte pela expectativa em torno dos dados de inflação, que se apresentaram um pouco abaixo do esperado.

Bolsas asiáticas em queda - As bolsas asiáticas continuaram com perdas hoje, mas significativamente menores do que a sessão anterior, boa parte reagindo positivamente intervenção do PBoC e comentários da Comissão Reguladora de Valores Mobiliários da China. A bolsa de Xangai recuou 0,3%, enquanto o Shenzhen Composto teve queda de 1,9%. A Bolsa de Tóquio acompanhou o viés das chinesas e caiu 0,42%, afetada também pelo iene relativamente forte em relação ao dólar. As bolsas de Hong Kong, Seul e Sydney fecharam com -0,65%, +0,61% e -1,63%, respectivamente.


CPI da zona do euro menor do que esperado – Na zona do euro, os dados do índice de preços ao consumidor, CPI, de dezembro avançaram 0,2% na comparação mensal, menor do que os 0,3% esperados pelo mercado. O núcleo da inflação permaneceu inalterado em 0,9%. Parte dos analistas apontam a justificativa para os dados fracos a queda nos preços de petróleo no final de 2015, elevando a expectativa de que sejam anunciados novas medidas de estímulo neste ano.


Williams, do Fed, diz que economia ainda precisa de política acomodatícia - O presidente do Fed de São Francisco, John Williams, alertou que o país precisa de uma política acomodatícia por parte da autoridade monetária, pois “Ainda existem obstáculos significantes oriundos de países de outras partes do mundo a serem encarados pela economia dos EUA, o dólar forte e questões relativas a moradia”. Williams disse que vê uma campanha constante de aumento de juros neste ano, assumindo um crescimento contínuo, mais ganhos no emprego e um aumento da inflação. A expectativa dele é de crescimento entre 2,0 e 2,5% em 2016 e a taxa de desemprego recuando para 4,5%. Segundo ele, em média, os dirigentes do Fed esperam "quatro elevações das taxas de juros, o que levaria a meta do banco central para cerca de 1,35%".


PBoC intervém no mercado de câmbio – O Banco Central chinês. PBoC, realizou uma tentativa de acalmar os investidores, injetando 130 bilhões de yuans (US$ 19,9 bilhões) em recursos de curto prazo no sistema financeiro chinês, movimento semelhante ao realizado em setembro do ano passado. O BC chinês também interveio no mercado de câmbio, com o objetivo de dar sustentação à moeda local, o yuan. A Comissão Reguladora de Valores Mobiliários da China defendeu o circuit breaker, estreado ontem, pois segundo a instituição ajudou a acalmar os mercados do país e a proteger os investidores. Existe um temor de que acionistas se desfaçam de 1 trilhão de yuans em ações no dia 8, pois expira uma medida que proíbe a venda de grandes participações acionárias, a Comissão disse ser irrealista a possibilidade.


Radar: PMIs de serviços da China e do Japão e dados dos EUA em destaque - Nos EUA serão conhecidos os dados do índice das condições empresariais de Nova York de dezembro de 2015 às 12h45. Sem horário previsto também serão anunciadas as vendas de automóveis norte-americanas do último mês de 2015. À noite, a API informa os dados sobre estoques de petróleo bruto na semana até 1º de Janeiro (19h30). Na Ásia, o Japão informa o PMI serviços de dezembro às 23h35. Na China será anunciado o PMI de serviços medido pela Caixin Media com a Markit de dezembro às 23h45.


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Agronegócio


Soja

Chicago registra leves altas e testa recuperação, com foco ainda no clima e financeiro - O mercado internacional da soja, na sessão desta terça-feira se comporta de forma técnica e testa uma recuperação depois  das expressivas baixas registradas ontem. Com o movimento chamado de "turnaround tuesday" (reviravolta da terça-feira), as cotações subiam pouco mais de 6 pontos entre os principais contratos, com o vencimento maio/16 valendo US$ 8,66 por bushel. O ano começa com os traders muito atentos aos movimentos do mercado financeiro, principalmente na China - que iniciou 2016 perdendo 7% nos principais índices acionários - e também ao clima na América do Sul. E o primeiro impacto veio com as chuvas - ainda limitadas - que voltaram ao Mato Grosso nos últimos dias e pesaram sobre as cotações. O cenário climático, no entanto, ainda exige cautela dos produtores. 

Fonte: Notícias Agrícolas


Milho

Após perdas recentes, mercado exibe reação em Chicago - As cotações do milho negociadas na Bolsa de Chicago (CBOT) exibem leves altas na manhã desta terça-feira. O mercado testa uma reação após recuo de mais de 6 pontos no dia anterior, quando as cotações do cereal foram pressionadas pelas especulações em relação à economia da China, o que desencadeou vendas em vários mercados globais. Além disso, os embarques semanais, divulgados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), ficaram abaixo das expectativas dos participantes do mercado. Na semana encerrada no dia 31 de dezembro, os embarques de milho totalizaram 324,566 mil toneladas. Já as apostas dos investidores estavam entre 475 mil a 600 mil toneladas. Conforme dados do site Pro Farmer, os embarques do cereal estão em torno de 22,2% do registrado no mesmo período do ano anterior.

Fonte: Notícias Agrícolas


 

04/01/2016 Panorama Econômico - Segunda-Feira - 04/01/2016
Panorama Econômico - Segunda-Feira - 04/01/2016

Brasil – LDO de 2016 sancionada, mas com vetos como o do reajuste do Bolsa Família. Semana tem dados do IPCA e Produção Industrial.

Dilma sanciona com vetos Lei de Diretrizes Orçamentária de 2016 – A Lei Orçamentária de 2016 foi sancionada com mais de 40 vetos, pela presidente Dilma Rousseff. O veto mais marcante é no reajuste do Programa Bolsa Família em valor suficiente para assegurar reajuste de todos os benefícios financeiros, de acordo com a inflação medida pelo IPCA, acumulada entre maio de 2014 e dezembro de 2015. O governo afirmou que "se sancionado, o reajuste proposto, por não ser compatível com o espaço orçamentário, implicaria necessariamente o desligamento de beneficiários do Programa Bolsa Família."


Radar: Produção industrial e IPCA abrem 1ª semana de 2016 no Brasil - A agenda doméstica desta segunda-feira prevê o PMI Markit da indústria às 10 horas e do acumulado da balança comercial em dezembro às 15 horas. Para os dados da balança, as estimativas variam de US$ 2,5 bilhões a US$ 6,5 bilhões, com mediana de US$ 5,750 bilhões, de acordo com levantamento AE Projeções, o que estaria acima do resultado de novembro (US$ 1,197 bilhão). Os destaques da semana, contudo, são a produção industrial em novembro (quinta-feira) e o IPCA de dezembro (sexta-feira). Amanhã, não há dados previstos. Na quarta-feira, destaque para o PMI Markit de serviços, além do fluxo cambial semanal e do Índice de Commodities Brasil (IC-Br). Na quinta, também saem o IPC-Fipe, o IGP-DI e a produção da Anfavea, todos de dezembro. E, na sexta, prévia do IPC-S.


Destaque Focus: Inflação e câmbio em alta. PIB em queda - O Banco Central divulgou na manhã de hoje o relatório Focus semanal com a expectativa de economistas de mercado para os dados macroeconômicos brasileiros. O documento apontou para manutenção do IPCA, que deve ter fechado o ano de 2015 em 10,72%. Já para este ano, o mercado elevou a aposta de 6,86% para 6,87%. Em um cenário cada vez mais incerto, os analistas mantiveram a aposta do dólar comercial em R$ 3,90 em 2015. Para 2016 também foi elevada de R$ 4,20 para R$ 4,21. No caso da Selic, a expectativa de 2016 foi mantida em 15,25%. O mercado reduziu a aposta do PIB de 2015 de -3,70% para -3,71%. Para o ano que vem, a projeção foi de -2,81% para -2,95%.


Mercados Internacionais – Dados da China derrubam bolsas pelo mundo, em meio a tensões geopolíticas.

Bolsas

Bolsas da Europa e Futuros de NY em queda – Impactados pela liquidação de ações na China, que interromperam os negócios antes do previsto, as ações europeias e os futuros de NY operam em baixa. Nos EUA se adicionam uma cautela com os dados de emprego na semana, na Europa as tensões geopolíticas entre Arábia Saudita e Irã colaboram para o pessimismo, mesmo com dados de PMI da região melhores do que o esperado.

Bolsas asiáticas recuam forte com PMIs, e chinesas estreiam circuit breaker – O PMI Industrial fraco da China impactou fortemente as bolsas chinesas, que fecharam em forte queda, após estrearem novo sistema de circuit breaker. Com o novo sistema, as transações devem ser encerradas sempre que o CSI 300, índice que reúne as 300 ações mais líquidas negociadas em Xangai e Shenzhen, cair pelo menos 7%, que foi o que ocorreu na sessão de hoje. O Xangai Composto, principal da China, recuou 6,9%, a 3.296,66 pontos, na maior queda já registrada num primeiro dia de ano. O Shenzhen Composto despencou 8,2%, a 2.119,90 pontos. A Bolsa de Hong Kong caiu 2,68%; a Bolsa de Seul, 2,17%. Na Oceania, a Bolsa de Sydney recuou 0,5%. Já a Bolsa de Tóquio terminou com queda de 3,06%.


PMIs industriais da zona do euro em alta - O PMI Industrial da zona do euro passou de 52,8 para 53,2 em dezembro, segundo a Markit. O nível é o maior desde abril de 2014, e foi maior do que os 53,1 esperados pelo mercado. Individualmente, a Alemanha registrou um avanço de 52,9 para 53,2, a França passou de 50,6 para 51,4.


PMI industrial chinês segue em contração – Na China, o PMI Industrial recuou pela décima vez seguida, e passou de 48,2 para 48,6 em dezembro, segundo a Caixin e a Markit. Ainda na Ásia o PMI Industrial do Japão permaneceu inalterado, em 52,6, o maior nível desde marõ de 2014. Na Índia, o PMI Industrial recuou pelo quinto mês seguido em dezembro, de 50,3 para 49,1.


Radar: Payroll no radar internacional - Hoje, nos EUA, os destaques da agenda são o PMI Markit da indústria (12h45) e o ISM da indústria (13 horas), ambos de dezembro. Na quarta-feira, a agenda prevê o número de empregos criados no setor privado dos EUA (pesquisa ADP) em dezembro, além das encomendas à indústria e de bens duráveis, ambos referentes a novembro. Na quinta, tem pedidos semanais de auxílio-desemprego e, na sexta, o relatório oficial de emprego norte-americano (payroll). Na zona do euro, o sentimento econômico e a confiança do consumidor em dezembro e a taxa de desemprego e as vendas no varejo em novembro são esperados para quinta-feira. Na China, os preços ao consumidor e ao produtor devem ser publicados na sexta-feira.


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Agronegócio

Soja

Soja inicia o ano em queda na Bolsa de Chicago com pressão das bolsas chinesas - Os preços da soja operam em campo negativo na primeira sessão de 2016 na Bolsa de Chicago. Entre os fatores de pressão neste início de ano é a abertura bastante negativa das bolsas asiáticas. Na China, os principais índices acionários despencaram e fecharam a segunda-feira com baixas de 7%, fazendo com que, pela primeira vez, as operações fossem interrompidas. De acordo com analistas internacionais, as severas baixas foram justificadas, principalmente, pelos números fracos da atividade industrial do país, e também pela queda do iuan. O recuo da moeda aumenta, ainda segundo os especialistas, as preocupações em relação à saúde da economia local.  Paralelamente, os investdores ainda seguem se adequando aos seus fundamentos, esperando por notícias atualizadas, principalmente, sobre a nova safra da América do Sul. No Brasil, a instabilidade climática segue comprometendo as expectativas de produtividade. Na Argentina, importantes áreas agrícolas continuam sendo atingidas por chuvas bastante fortes, que já causam cheias em pontos determinados. No Paraguai também vêm sendo registradas condições adversas de climas prejudicando a safra 2015/16. 

Fonte: Notícias Agrícolas


Milho

Preços exibem ligeiras quedas no primeiro pregão de 2016 - Os futuros do milho negociados na Bolsa de Chicago  (CBOT) iniciaram o pregão desta segunda-feira (4) do lado negativo da tabela, com o mercado dando continuidade ao movimento negativo registrado na semana anterior. De acordo com informações de agências internacionais, os investidores acompanham os dados da demanda. O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) reportou as vendas para exportação em 705,2 mil toneladas de milho, na semana encerrada no dia 24 de dezembro. O número representa uma queda de 12% em relação à semana anterior e de 3% na média das últimas quatro semanas. Além disso, a safra da América do Sul continua em foco, especialmente a da Argentina, pois está sendo avaliada, pelos participantes do mercado, qual o impacto da retirada das tarifas para exportação, o que pode elevar as vendas por parte dos produtores rurais.

Fonte: NA


 

 

30/12/2015 Panorama Econômico - Quarta-Feira - 30/12/2015
Panorama Econômico - Quarta-Feira - 30/12/2015

Brasil – Reajuste do mínimo acima do previsto. Governo prevê 250 votos contra impeachment.

Reajuste do mínimo terá impacto de R$30 bi em 2016 - O Diário Oficial da União de hoje traz o decreto que define o salário mínimo em R$ 880 a partir de 1º de janeiro de 2016 - reajuste de 11,67% no valor em vigor hoje, de R$ 788. Dos R$30,2 bilhões a mais de despesa, o Ministério do Planejamento esclareceu que R$ 27,3 bilhões já estão previstos no Orçamento de 2016, e os outros R$ 2,9 bilhões não estão na peça orçamentária e será necessário encontrar maneiras de equacionar a conta. O Projeto de Lei Orçamentária Anual 2016, tinha como proposta um valor de R$856,46, a diferença para o que será implementado vai ampliar o impacto nas contas públicas em R$ 4,77 bilhões.


Wagner prevê 250 votos contra impeachment - O ministro Casa Civil, Jaques Wagner, declarou ontem à Globo News que o governo deve conseguir 250 votos na Câmara para impedir o processo de impeachment, acima dos 171 necessários. Do outro lado da disputa, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, afirmou que o governo pode até ter um terço dos votos, mas que "não significa que adquira governabilidade, vão ser três anos de governo capenga".


Radar: Fluxo, leilões do BC e coletiva do Tesouro em destaque - Os únicos dados previstos para o dia no Brasil são os do fluxo cambial semanal, às 12h30. À tarde, às 15h15, o Banco Central faz dois leilões de linha, no total de até US$ 1,4 bilhão. O leilão A ocorre das 15h15 às 15h20 e o B, das 15h30 às 15h35. Entre eventos, a presidente Dilma Rousseff recebe o ministro-chefe da Secretaria de Governo da Presidência, Ricardo Berzoini, às 10 horas. O secretário interino do Tesouro Nacional, Otávio Ladeira, concede coletiva de imprensa às 14h30 sobre o pagamento das pedaladas fiscais apontadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU).


Mercados Internacionais – Petróleo e bolsas recuam no exterior.

Bolsas

Futuros de NY e bolsas europeias recuam – Após interromper a sequência de duas quedas, os futuros de NY e as bolsas europeias recuam. Na Europa, o setor de energia está entre os mais penalizados com a volta dos preços do petróleo para o negativo, após uma recuperação na véspera.


Bolsas asiáticas fecham mistas – Na Ásia e Pacífico, as bolsas não tiveram uma direção única nesta quarta-feira. Um dos destaques foi o mercado australiano e valorizando pelo nono pregão consecutivo, impactado pela recuperação do petróleo ontem. A Bolsa de Sydney subiu 1%, ao maior nível em dois meses. Na China, após mais uma sessão volátil, o índice Xangai Composto subiu 0,3% e o Shenzhen Composto avançou 0,9%. No acumulado do ano, o Xangai lidera os ganhos na Ásia, com valorização de 10,5%. Em Hong Kong, por outro lado, o Hang Seng caiu 0,53%. O tom foi igualmente negativo em Seul (-0,25%). A Bolsa de Tóquio fechou em leve alta, de 0,27%. No acumulado de 2015, o ganho do Nikkei foi de 9,07%.


Base monetária da zona do euro avança como esperado - A base monetária (M3) da zona do euro, registrou alta de 5,1% em novembro na comparação anual, segundo o Banco Central Europeu. O resultado veio em linha com a expectativa de analistas.


Radar: Dados dos EUA no radar internacional - No exterior, os destaques são dois dados dos EUA. São vendas pendentes de imóveis em novembro, às 13 horas, e estoques semanais de petróleo apurados pelo Departamento de Energia (DoE), às 13h30.


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Agronegócio

Soja

Cotações acompanham fundamentos e preços do petróleo - Nova sessão de preços em alta para a soja nesta quarta-feira (30) na Bolsa de Chicago. O mercado internacional ainda vem obedecendo a seus patamares de suporte e resistência, com os fundos de investimento se posicionando para um fechamento de ano positivo nestas últimas sessões de 2015. Segundo analistas, esse quadro é intensificado, na medida em que as informações entre os fundamentos - apesar dos problemas no Brasil - se tornam mais escassas e os componentes paralelos que atuam sobre as cotações também acabam perdendo força. O petróleo voltou a recuar hoje e, ainda de acordo com os analistas internacionais, poderia pesar, mesmo que de forma pontual, os futuros da soja em Chicago. Essa baixa já pressionou, inclusive, as bolsas asiáticas, que devolveram as últimas altas com esse novo recuo da commodity. Os valores se aproximaram das mínimas em 11 anos. 

Fonte: NA


Milho

Mercado inicia pregão com leves altas tentando consolidar ganhos – As cotações futuras do milho negociadas na Bolsa de Chicago (CBOT) iniciaram o pregão desta quarta-feira (30) com leves ganhos. O mercado tenta ampliar as valorizações registradas na sessão de ontem, quando os futuros da commodity operaram com volatilidade, porém, fecharam o dia com ligeiras altas, cenário decorrente de uma movimentação técnica. O pregão também foi marcado pelo baixo volume de negócios devido às festividades de final de ano. Com isso, os participantes do mercado seguem atentos às informações em relação à oferta na América do Sul e também da China. Isso porque, no início dessa semana surgiram rumores de que a nação asiática poderia negociar seus amplos estoques, depois da alta registrada nos preços do cereal no mercado interno chinês. Ainda assim, o Rabobank projetou que os preços do grão devem se manter sustentados no primeiro semestre de 2016.

Fonte: NA


A XPF Invest e XPF Agro deseja a todos seus clientes e amigos Boas Festas e Feliz 2016!!


 

29/12/2015 Panorama Econômico - Terça-Feira - 29/12/2015
Panorama Econômico - Terça-Feira - 29/12/2015

Brasil – Confiança de serviços em alta. IGP-M menor do que o esperado. Pedaladas devem ser quitadas e PT debate rumos do país com governo

Confiança do setor de serviços avança – Segundo a FGV, o índice de confiança do setor de serviços avançou 0,7 ponto entre novembro e dezembro, indo de 66,9 para 67,6. Segundo Silvio Sales, consultor da FGV, a avaliação das empresas sobre as condições de negócios permanece em queda, nem uma melhora das expectativas deve reverter o pessimismo do setor que deve ter reflexo importante no mercado de trabalho. O índice de situação atual recuou 0,8 ponto e o índice de expectativas subiu 2,2 pontos.


IGP-M avança abaixo das expectativas – Segundo a FGV, o IGP-M avançou 0,49% em dezembro, após subir 1,52% em novembro, e um pouco abaixo das estimativas do mercado de alta de 0,54%. O IPA-M, que representa o atacado subiu 0,49%, o IPC-M, que aponta os preços no varejo, cresceu 0,92%, e o INCC- que mede os preços da construção teve alta de 0,12%. Com o resultado final, o índice de inflação muito empregado em reajuste de aluguéis, acumulou alta de 10,54% em 2015, levemente abaixo dos 10,60% esperados pelo mercado.


Pedaladas devem ser quitada ainda este ano – Em nova estratégia para combater o processo de impeachment, o governo decidiu pagar ainda em 2015 todas as dívidas com bancos públicos e fundos apontadas pelo TCU - as chamadas pedaladas fiscais, para dissociar a imagem do governo com as pedaladas. Ontem, o secretário interino do Tesouro Nacional, Otávio Ladeira, disse que a intenção é quitar os passivos com recursos do caixa do Tesouro, do colchão (reserva) para pagamento da dívida pública e uma pequena fatia com a emissão de novos títulos.


PT pede ‘ousadia’ e governo diz que não deixará de perseguir equilíbrio fiscal – Com o a substituição de Joaquim Levy por Nelson Barbosa, crescem as pressões por uma mudança na forma como a economia está sendo guiada. O PT se une aos grupos que pedem mudanças na política econômica, e se coloca contra novos aumentos na taxa de juros, para que a presidente recupere a confiança de sua base. Do outro lado, o governo reitera que seguirão em busca do equilíbrio fiscal para retomar o crescimento, sem guinada à esquerda. Segundo fontes do Broadcast, um interlocutor próximo a presidente afirmou que "Não adianta fazer pressão. A presidente não vai ceder". Prosseguiu afirmando que a troca de ministros representa apenas uma mudança na gradação do aperto e a forma de fazê-lo "Mas ele é inevitável porque o reequilíbrio fiscal é cláusula pétrea para recuperar a confiança do País que permitirá a retomada do crescimento e a sua recuperação econômica".


PT tem cardápio de medidas pronta – Segundo o Painel da Folha, o PT defende uma inflexão na política econômica com medidas que defendam o emprego, aumente o crédito para micro e pequena empresa, mais concessões públicas via BNDES e securitização da dívida ativa. Além do discurso muitas vezes repetido de uma maior taxação aos ricos, sendo as medidas alíquotas de 40% para quem ganha mais de R$100.000 por mês, isenção para salários de até R$ 3.800, além de IPVA para jatinhos e helicópteros.


Setor público consolidado e Dilma em destaque - Às 10 horas, o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) da CNC. Às 10h30, é a vez do resultado do setor público consolidado no mês passado. As previsões são de déficit de R$ 24 bilhões a R$ 20 bilhões, com mediana negativa em R$ 21,5 bilhões e ante -R$ 11,530 bilhões em outubro. Entre eventos, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), recebe jornalistas para café da manhã às 9 horas e a presidente Dilma Rousseff, o ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, às 10 horas.


Mercados Internacionais – Petróleo e bolsas avançam no exterior

Bolsas

Bolsas europeias em alta – Impulsionadas pelo avanço das bolsas asiáticas, as bolsas europeias operam em alta nesta manhã. Ações de todos os setores registravam avanço mais cedo, com exceção das relacionadas a commodities, ainda afetadas pelos preços baixos dos insumos.

Futuros de NY apontam para recuperação – Depois de iniciar a última semana do ano no negativo, os índices futuros das bolsas de Nova York apontam para uma recuperação hoje. Os investidores aguardam dados para o dia, mas a liquidez deve continuar enxuta pelo fim do ano.

Bolsas asiáticas avançam – Em uma sessão marcada pela volatilidade, as bolsas chinesas apagaram as quedas de ontem, com o Xangai Composto subindo 0,9%, e o Shenzhen Composto, por sua vez, avançando 1%. A Bolsa de Tóquio recuperou-se de um movimento inicial de vendas causado pela fraqueza recente dos preços do petróleo e ganhou 0,58%. No geral da região da Ásia-Pacífico, os ganhos foram liderados por Sydney, com +1,15%. A Bolsa de Hong Kong subiu 0,36% e a de Seul, 0,11%.


Radar: Indicadores dos EUA em destaque - Às 12 horas, sai o índice de preços de moradias S&P Case-Shiller em 10 e 20 cidades referente a outubro. À 13 horas, é a vez do índice de confiança do consumidor do Conference Board em dezembro. Por fim, às 19h30, a agenda dos EUA prevê os estoques semanais de petróleo bruto calculados pelo API às 19h30.


 Conforme Análise da XP Investimentos


Agronegócio

Soja

Mercado em Chicago testa reação nesta terça-feira - Os preços da soja praticados na Bolsa de Chicago registram um tradicional movimento conhecido no mercado internacional como "turnaround tuesday", ou "reviravolta da terça-feira", e operam em campo positivo na manhã de hoje após encerrar a os negócios de ontem com baixas de até 10 pontos entre os principais vencimentos.  Segundo explicam analistas, o mercado na CBOT ainda trabalha em um intervalo curto de preços e no pregão anterior, quando se aproximou dos US$ 8,60 - que é um patamar de suporte para os contratos - incentivou algumas recompras de posições, resultando nesta tentativa de recuperação das cotações. O foco segue sobre a América do Sul e sobre o Brasil, principalmente. A safra 2015/16 continua ameaçada pelas adversidades climáticas nos principais estados produtores e nem mesmo as mudanças esperadas para o Centro-Norte do Brasil a partir do primeiro sábado de 2016, 2 de janeiro, não serão suficientes para reverter as perdas já consolidadas, mais expressivamente aquelas causadas pelo tempo quente e muito seco. Ao lado do mercado climático sul-americano, os investidores ainda acompanham o desenvolvimento - e principalmente as recente e intensas baixas - dos preços do petróleo e, conseqüentemente, do mercado financeiro.

Fonte: NA


Milho

Mercado opera em queda pelo segundo dia consecutivo – Na Bolsa de Chicago (CBOT), os futuros do milho iniciaram o pregão desta terça-feira com ligeiras quedas, próximos da estabilidade. As cotações do cereal operam do lado negativo da tabela pelo segundo dia consecutivo no mercado internacional. Ainda ontem, os preços acabaram sendo pressionados pelos rumores de que após a alta nos valores do grão no mercado interno chinês, o país poderia ofertar parte dos seus amplos estoques. Além disso, a situação da Argentina também continua sendo observada pelos participantes do mercado. Isso porque, com a retirada das tarifas para exportação, o mercado especula sobre um possível aumento na área semeada com o milho no país. Paralelamente, a queda nos preços do petróleo nesta segunda-feira também deu o tom negativo às negociações em Chicago. E, nem mesmo os números dos embarques semanais em 570,923 mil toneladas com volume ficando dentro das expectativas dos investidores, entre 550 mil a 675 mil toneladas, na semana encerrada no dia 24 de dezembro, foram suficientes para dar suporte aos preços.  

Fonte: NA


 

28/12/2015 Panorama Econômico - Segunda-Feira - 28/12/2015
Panorama Econômico - Segunda-Feira - 28/12/2015

Brasil – Confiança da Indústria em alta. 67% a favor do impeachment segundo o Ibope. Governo cogita elevar a meta de inflação.

Confiança da Indústria avança – A FGV apresentou os dados do Índice de Confiança da Indústria em dezembro, que avançou 1,1 ponto, indo de 74,8 para 75,9. O indicador teve alta de 1,4 em novembro e 3,1 em outubro. O índice de expectativas avançou 1,9 ponto e o índice de situação atual registrou alta de 0,4 ponto. Segundo a coordenadora da Sondagem Tabi Thuler, a alta representa a normalização dos estoques e uma melhora nas expectativas, mas ainda é cedo para confirmar que existe uma mudança na trajetória da série.


Pesquisa do Ibope mostra 67% favoráveis ao impeachment – Pesquisa realizada pelo Ibope, entre os dias 5 e 9 de dezembro, mostrou que 67% são favoráveis ao impeachment da presidente Dilma Rousseff, enquanto 28% são contrários e 4% não responderam. Na mesma pesquisa 86% se mostraram a favor da cassação do presidente da Câmara Eduardo Cunha, 9% desejam que ele permaneça no cargo e 5% não responderam.


Governo quer subir o centro da meta de inflação para 5,5% ao ano – Sofrendo grande pressão de membros do PT, que querem evitar o início de um novo ciclo de alta de juros pelo BC em janeiro, o governo estuda subir o centro da meta de inflação dos atuais 4,5% para 5,5% ao ano, mantendo a margem de 2 pontos para cima ou para baixo. Atualmente o plano é ir no sentido inverso, e em 2017 a banda será diminuída de 2 pontos para 1,5 pontos.


Portaria remaneja recursos orçamentários de 2015 relativos a emendas individuais - A Secretaria de Orçamento Federal do Ministério do Planejamento publicou portaria em edição extra do Diário Oficial da União de 24 de dezembro que remaneja recursos entre órgãos do Poder Executivo. O documento faz mudanças no Anexo I do Decreto no 8.456, de 22 de maio de 2015, que trata da programação orçamentária deste ano. A portaria dispõe sobre o remanejamento de limites de movimentação e empenho relativos a emendas individuais.


Radar Semanal: Reunião da junta orçamentária e dados fiscais são destaque - A chamada junta orçamentária, formada pelos ministros Jaques Wagner (Casa Civil), Nelson Barbosa (Fazenda) e Valdir Simão (Planejamento), é recebida hoje pela presidente Dilma Rousseff para discutir o fechamento das contas da União deste ano. Segundo o ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, Edinho Silva, afirmou ao Grupo Estado que o encontro terá como principal tema o Orçamento de 2015. Não há horário previsto para o início. Também nesta segunda-feira em Brasília governadores se reúnem para discutir a elaboração de uma agenda de propostas para melhorar o ambiente econômico no País. Entre dados o resultado primário do Governo Central em novembro (14h30) - com previsões de déficit de R$ 9,7 bilhões a R$ 30,1 bilhões e mediana negativa em R$ 17,250 bilhões, de acordo com levantamento AE Projeções - e, por fim, o saldo semanal da balança comercial (15 horas). Amanhã, destaque para prévia do IPC-Fipe, IGP-M de dezembro e dados fiscais do setor público consolidado, enquanto na quarta-feira tem fluxo cambial semanal. Na quinta-feira, a BM&FBovespa fecha e na sexta-feira não haverá negócios por causa do feriado do dia 1º de janeiro.


Destaque Focus: Selic em alta e PIB em queda para 2016 - O Banco Central divulgou o relatório Focus da semana. O documento apontou para uma elevação do IPCA, que deve encerrar o ano em 10,72% e não mais em 10,70% estimado anteriormente. Para 2016, o mercado reduziu a aposta de 6,87% para 6,86%. Em um cenário cada vez mais incerto, os economistas ouvidos pelo BC mantiveram a aposta do dólar comercial em R$ 3,90. Para o próximo ano também ficou inalterada em R$ 4,20. No caso da Selic, a expectativa foi mantida em 14,25% neste ano. Em 2016, a estimativa subiu de 14,75% para 15,25%. O mercado manteve a aposta de queda do PIB de 2015 em 3,70%. Para o ano que vem, a projeção foi de -2,80% para -2,81%.


Mercados Internacionais – Petróleo em forte queda, e dados ruins da China puxam bolsas para baixo na última semana do ano.

Bolsas

Bolsas europeias e futuros de NY em queda – A última semana de 2015 começa com as bolsas em queda, refletindo a queda nos preços do petróleo e os dados ruins da economia chinesa divulgados. A expectativa é de que o volume de negócios seja fraco. Pesa a queda dos preços do petróleo. No caso de Wall Street, especificamente, os futuros indicam realização de lucros, após terem fechado em ligeira baixa e acumulado os maiores ganhos para uma semana em mais de um mês no último dia 24. A Bolsa de Londres está fechada devido a feriado (Boxing Day).

Bolsas na Ásia em direções opostas – As bolsas na China recuaram, impactadas por dados ruins de lucro industrial, somados ao desempenho ruim de ações de petrolíferas, como Sinopec (-3,06%), CNOOC (-1,43%) e PetroChina (-1,18%). Assim o índice Xangai Composto caiu 2,6% e o Shenzhen Composto, 2,2%. A Bolsa de Tóquio fechou em alta, de 0,56%, revertendo as últimas sessões de queda após o anúncio de novas medidas do Banco do Japão terem sido menos “agressivas” do que desejado. O principal motivo foram os indicadores decepcionantes da economia japonesa que trouxeram nova esperança da adoção de novas medidas de estímulos. Nas demais bolsas da região Ásia-Pacífico, Hong Kong caiu 0,4% e Seul, 0,8%. Na Austrália, os mercados ficaram fechados devido a feriado.


Lucro industrial na China tem queda anual – Um dos indicadores vindos da China que mais refletem nas bolsas do exterior, o lucro das maiores empresas do setor industrial, recuou 1,4% em novembro na comparação anual, vindo de queda de 4,6% em outubro.


Produção industrial e Vendas no Varejo em queda no Japão – No Japão, a produção industrial registrou queda de 1,0% em novembro na comparação mensal, primeira queda em três meses, mais forte do que o recuo de 0,4% esperado pelos economistas. As vendas no varejo do país recuaram 1,0% na comparação anual.


Radar: Confiança do consumidor dos EUA no radar internacional - A agenda dos EUA de hoje prevê o índice de atividade do Federal Reserve de Dallas referente a dezembro às 13h30. Ao longo dos dois próximos dias, merecem atenção o índice de preços de moradias em outubro da S&P/Case-Shiller, o índice de confiança do consumidor em dezembro e os estoques semanais de petróleo bruto do API, todos amanhã; além das vendas pendentes de imóveis em novembro e estoques semanais de petróleo do Departamento de Energia (DoE), na quarta-feira. Na Ásia, destaque para o PMI da indústria da China em dezembro na quinta-feira. Na sexta-feira, os mercados financeiros ficam fechados por causa do feriado do Ano-Novo.


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Agronegócio

Soja

Mercado estende movimento negativo no início da semana - Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago dão continuidade ao movimento negativo da última semana e voltam a recuar nesta segunda-feira (28). O mercado internacional recua, principalmente, em função das informações que vêm da Argentina indicando um expressivo aumento de área de plantio no país depois que as chamadas retenciones foram reduzidas pelo novo presidente, Maurício Macri. Entretanto, segue ainda no radar dos traders as informações sobre a seca no Brasil que se agrava a cada dia. Por outro lado, as poucas chuvas que chegam em locais pontuais do Brasil também atuam como fator de pressão sobre as cotações, mesmo sendo insuficientes, na maioria dos casos, para reverter os severos impactos do déficit hídrico que vem castigando as lavouras, principalmente de Mato Grosso. De acordo com analistas a soja recua para suas mínimas em 11 dias depois que algumas chuvas começaram a chegar ao Brasil.

Fonte: NA


Milho

Mercado opera em campo misto, próximo da estabilidade – As cotações futuras do milho negociadas na Bolsa de Chicago (CBOT) iniciaram o pregão desta segunda-feira (28) em campo misto, próximas da estabilidade. De acordo com informações de agências internacionais, o mercado busca direcionamento após fechar o pregão do último dia 24 de dezembro em queda. Além disso, analistas internacionais ressaltam que, assim como a soja, o mercado do cereal também está sob pressão frente às melhores perspectivas de produção na América do Sul. Paralelamente, os produtores norte-americanos têm segurado as vendas de grãos para 2016, uma vez que os preços praticados atualmente não estão atrativos.

Fonte: NA


 

23/12/2015 Panorama Econômico - Quarta-Feira - 23/12/2015
Panorama Econômico - Quarta-Feira - 23/12/2015

Brasil – Relatório Trimestral prevê recessão mais forte. Confiança do consumidor em queda. Relator aprova contas de Dilma.

Relatório Trimestral projeta cenário pior para a economia – O Banco Central divulgou o relatório trimestral de inflação, onde projeta um IPCA em 2017 em 4,8% e em 2016 elevou de 5,3% para 6,2%, lembrando que o mercado já coloca a inflação de 2016 acima da meta, 6,87% segundo o último Boletim Focus. Para a atividade econômica, o BC projeta uma queda do PIB maior para 2015, antes colocava recuo de 2,7% e agora 3,6%. A desaceleração foi puxada pela forte redução dos investimentos, da indústria e de serviços. A indústria deve recuar 6,3%, a estimativa anterior era de queda de 5,6%. O setor de serviços deve retrair 2,4%, ante 1,6% previsto anteriormente. Os investimentos devem recuar 14,5%.


 Confiança do Consumidor em queda renova mínima histórica – Segundo a FGV, a confiança do consumidor recuou 2% em dezembro ante novembro, indo de 76,7 para 75,2, renovando a mínima histórica da série iniciada em 2005. Segundo a coordenadora da sondagem, a queda foi influenciada pela piora da percepção da situação financeira familiar, reflexo da aceleração da inflação de alimentos, piora do sentimento em torno do mercado de trabalho e dificuldades para reduzir o nível de endividamento. Na comparação anual a queda é de 21,3%, o índice de situação atual recuou 4% e o de expectativas teve queda de 0,8%.


Confiança do Comércio retrai fortemente – A FGV apresentou o índice de confiança do comércio de dezembro, que recuou 4,5 pontos, indo de 65,9 para 61,4, o segundo menor nível da série histórica iniciada em março de 2010. O índice de expectativas recuou 7,2 pontos, indo para 66,5 que é o menor valor da série histórica, e o índice de situação atual recuou 1,8 ponto, para 57,3, o segundo menor valor da série.


Relator recomenda aprovação das contas de Dilma – Mesmo reconhecendo pedaladas fiscais, relator aprova conta de Dilma com ressalvas. Segundo o relator, senador Acir Gurgacz, não houve desrespeito à Lei de Responsabilidade Fiscal nas pedaladas fiscais, uma vez que elas se amparam em contratos entre Tesouro e bancos. Apesar da divulgação do parecer, o texto só deve ir à votação na Comissão Mista de Orçamento do Congresso em março. Em seguida, ainda terá de passar pelo plenário em sessão conjunta da Câmara e do Senado, a quem caberá dar a palavra final sobre as contas da presidente.


Radar: Arrecadação na agenda do dia - À tarde, a Receita Federal anuncia o resultado da arrecadação federal de novembro (14h30). As estimativas vão de R$ 94,639 bilhões a R$ 108,000 bilhões, com mediana em R$ 101,048 bilhões, segundo o AE Projeções, após a arrecadação somar em outubro R$ 103,530 bilhões. Em novembro de 2014, o total arrecadado foi de R$ 104,470 bilhões. Em Brasília, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski conduzirá audiência solicitada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para tratar do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff (14h00).


Mercados Internacionais – Dados de PIB na Europa mistos, e indicadores dos EUA em dia de pouco volume.

Bolsas

Futuros de NY e bolsas europeias sobem - Os futuros das bolsas de NY e as bolsas europeias avançam nesta manhã, ajudados pelo avanço dos preços do petróleo e com investidores à espera de uma série de indicadores norte-americanos. Na Europa As bolsas sobem cerca de 1,5%, enquanto em NY 0,2%.

Bolsas da Ásia em direções opostas – Em dia com volume menor de negócios, as bolsas asiáticas fecharam sem direção única. Além disso, os mercados do Japão estiveram fechados, porque o país celebrou o feriado do Dia do Imperador nesta quarta-feira. Na China, o índice Xangai Composto caiu 0,43%, enquanto o Shenzhen Composto, de menor abrangência, recuou 1,2%. Pode ter pesado a realização de lucros no fim da sessão, após dois dias de altas nas bolsas chinesas. Em Hong Kong, o índice Hang Seng fechou em alta de 0,96%. O Kospi, índice da Bolsa de Seul, subiu 0,33%. Na Oceania, o índice S&P/ASX 200 subiu 0,49%.


PIB da França cresce dentro do esperado – Na França, a segunda leitura do PIB do terceiro trimestre, alta de 0,3% ante o segundo trimestre, em linha com o esperado pelos analistas e igual a primeira leitura. Os gastos dos consumidores avançaram 0,3% e impulsionaram o resultado.


PIB do Reino Unido abaixo do esperado – No Reino Unido, em nova leitura do PIB, o crescimento foi de 0,4%, menor do que os 0,5% da leitura anterior e do estimado por analistas. Na comparação anual avanço de 2,1%, também menor do que os 2,3% previstos e apresentados na leitura anterior. A notícia é pior, pois o crescimento dos trimestres anteriores foi revisado para baixo, no geral os resultados levam para o mercado o sentimento de que o Banco da Inglaterra deve demorar mais para subir juros em 2016, como está previsto.


Radar: Sentimento do consumidor entre os destaques nos EUA - No exterior, a agenda traz hoje vários indicadores nos Estados Unidos, entre eles o índice de preços dos gastos com consumo (PCE) e a renda pessoal, além de encomendas de bens duráveis, todos de novembro e às 11h30. À tarde, saem o índice de sentimento do consumidor da Universidade de Michigan de dezembro e as vendas de moradias novas de novembro (ambos às 13h00). O Departamento de Energia dos EUA também divulga os estoques semanais de petróleo bruto (13h30). No Japão, o BC do país divulga a ata da última reunião de política monetária (21h50).


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Agronegócio

Soja

Perspectiva de menor produção no Brasil e preços no mercado internacional influenciam negócios - As negociações dos contratos futuros de soja na Bolsa de Chicago (CBOT) foram influenciadas ontem pelo clima na América do Sul, especialmente no Brasil. A instabilidade climática no Brasil tem levado diversas consultorias a revisar para baixo suas projeções para a safra de soja 2015/16. A perspectiva de menor produção da oleaginosa por causa de problemas climáticos contribuiu para evitar perdas maiores na sessão da CBOT da terça-feira, quando os contratos fecharam em queda, provocada pelo declínio nas cotações dos contratos de milho e trigo, que geralmente operam alinhados com a soja, já que os três produtos são substitutos na ração animal.  Hoje, os negócios devem continuar a ser pautados pela mesma questão. Continuam no radar, ainda, os diversos fatores que afetam a cotação do dólar em relação ao real e, conseqüentemente, os preços da soja no mercado internacional. Entre eles, os próximos passos do novo ministro da Fazenda do Brasil, Nelson Barbosa e o posicionamento das agências de classificação de risco que ainda vão divulgar a nota de crédito do Brasil. Além disso, nesta época do ano, geralmente, multinacionais com operações no Brasil remetem dólares para suas matrizes fora do País, o que também puxa para cima as cotações da moeda norte-americana em relação ao real. 

Fonte: AE


Milho

Dólar recua e vendedores seguram estoques – Apesar do recuo do dólar ontem, brasileiros ainda esperam por novas altas da moeda norte-americana e, conseqüentemente, por preços mais remuneradores para o milho no mercado interno. Por isso, liberam a conta-gotas os poucos estoques do grão ainda disponíveis - em especial aqueles produtores que contam com estrutura para armazenar a colheita e não têm urgência em liberar espaço para a soja. A oferta do grão tem sido baixa porque, de forma geral, quem ainda tem produto para venda no disponível são as cooperativas. E elas acabam direcionando os grãos para seus associados, dentre os quais criadores de aves e suínos, principalmente. 

Fonte: AE


 

22/12/2015 Panorama Econômico - Terça-Feira - 22/12/2015
Panorama Econômico - Terça-Feira - 22/12/2015

Brasil – Cunha pode levar cassação à estaca zero, e espera resolver impeachment até março.

Cunha diz que espera resolver processo de impeachment até março - Eduardo Cunha afirmou, em entrevista à TV Câmara, acreditar que o processo de impeachment deve se resolver até março do próximo ano na Casa. O peemedebista também falou do processo por quebra de decoro parlamentar do qual é alvo no Conselho de Ética. Ele repetiu que a admissibilidade da representação foi feita desrespeitando o regimento e acusou os membros do Conselho de buscar exposição na mídia.


Cunha articula para levar processo de cassação à estaca zero – O relator do recurso de Eduardo Cunha apresentará um parecer que poderá levar o processo por quebra de decoro à estaca zero. Para que as atividades sejam iniciadas na CCJ hoje, é preciso um quórum mínimo de 34 deputados. Além disso, durante a discussão, também poderá ser apresentado pedido de vista (prazo maior para análise), adiando um desfecho do caso para 2016, uma vez que o recesso Legislativo inicia nesta quarta-feira.


Nº2 do novo ministro da Fazenda é alvo da Operação Zelotes - Anunciado nesta segunda-feira como o novo secretário executivo do Ministério da Fazenda, Dyogo Henrique Oliveira é alvo da Operação Zelotes que apura suposto esquema de compra de medidas provisórias nos governos Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff. O Ministério Público Federal pediu em outubro as quebras dos sigilos bancário e fiscal dele entre 2008 e 2015, o que teria sido autorizado pela Justiça Federal, segundo investigadores. O processo tramita sob sigilo. Atual “número 2” do Ministério do Planejamento, Oliveira é citado na investigação como possível elo, no governo federal, dos lobistas suspeitos de “comprar” medidas provisórias.


Radar: Dívida Pública e balança comercial são destaques locais - Entre os indicadores do dia o Banco Central apresenta a nota de política monetária e de operações de crédito do mês passado (10h30). Também hoje será divulgada a balança comercial semanal (11h00). O BC realiza leilões de linha, nos quais serão aceitos até US$ 500 milhões. As propostas para o leilão A serão aceitas entre 15h15 e 15h20 e, para o leilão B, entre 15h30 e 15h35. Entre os eventos, há a cerimônia de transmissão do cargo de ministro do Planejamento a Valdir Simão (9h00).


Mercados Internacionais – Bolsas apreensivas com PIB do EUA. Confiança do consumidor avança na Alemanha.

Bolsas

Bolsas da Europa e NY em queda - As bolsas europeias e os futuros das bolsas de Nova York oscilam entre altas e baixas nesta manhã, mas a maioria segue apreensiva com a divulgação do PIB do EUA, em meio à baixa liquidez. As bolsas da Europa reagem um pouco melhor impactadas pelo indicador de confiança do consumidor da Alemanha ter surpreendido positivamente.

Bolsas asiáticas em alta - As bolsas da região da Ásia-Pacífico fecharam em alta nesta terça-feira, mas novamente a Bolsa de Tóquio refletiu o desanimo dos investidores com as medidas anunciadas pelo Banco do Japão, o índice Nikkei caiu cerca de 3%. Já as bolsas da China fecharam em alta nesta terça-feira, com o índice Xangai Composto em alta de 0,26% e o Shenzhen Composto, de menor abrangência, com avanço de 0,9%. A Bolsa de Seul subiu 0,57%, a de Hong Kong teve alta de 0,18%, enquanto a Bolsa de Sydney valorizou 0,15%.


Confiança do consumidor avança na Alemanha - O índice GfK de confiança do consumidor da Alemanha superou a expectativa de estabilidade, e avançou de 9,3 em dezembro para 9,4 em janeiro. O resultado positivo é apoiado pela situação econômica robusta e pelas boas perspectivas de emprego no país. A pesquisa sinaliza que a demanda doméstica deve continuar a impulsionar a maior economia da Europa.


Radar: Agenda externa traz PIB dos EUA - No exterior, o destaque é a terceira estimativa do Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos referente ao terceiro trimestre do ano (11h30). As estimativas são de alta de 1,9%, abaixo dos 2,1% da segunda estimativa e do crescimento de 3,9% no segundo trimestre. Ainda nos EUA, saem as vendas de moradias usadas de novembro e o índice regional do Fed de Richmond de dezembro (13h00). E o API divulga os estoques semanais de petróleo bruto (19h30).


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Agronegócio

Soja

Mercado segue atento a clima e seus efeitos na safra brasileira - O fechamento dos contratos futuros da soja ontem na Bolsa de Chicago (CBOT), em leve queda, resultou da reação do mercado às altas registradas na semana passada, em um movimento de realização de lucros. Analistas apontam que nem a nova alta do dólar ante o real ontem foi suficiente para estimular os negócios. Nos próximos dias, o que deve pautar as negociações serão as informações climáticas sobre a safra na América do Sul, em especial no Centro-Oeste do Brasil. Além disso, cresce no mercado a preocupação com o tamanho da safra 2015/16 brasileira. Se a estimativa inicial variava de 101 milhões a 102 milhões de toneladas, hoje não se trabalha mais com a hipótese de uma colheita superior a 100 milhões de t. A grande maioria das consultorias acredita em um volume entre 96 milhões e 97 milhões de toneladas. Enquanto isso, a consultoria AGR Brasil, de Chicago, elevou ligeiramente sua estimativa de colheita de soja no Brasil para 100,6 milhões de toneladas, ante uma previsão anterior de 100,5 milhões, mas disse que as condições secas no Centro-Oeste e no Norte retiraram a possibilidade de uma safra com excelentes produtividades no país. A preocupação dos analistas é de que se o risco climático se restringir às lavouras de soja do Brasil, o fato vai influenciar o mercado externo, apesar de não ser suficiente para provocar grandes altas da commodity. A relação do dólar com as principais moedas do mundo e com o real também continuará no radar dos agentes do mercado, assim como os movimentos do produtor argentino para vender seus estoques do produto.

Fonte: AE


Milho

Produtores aguardam preços melhores e negociação segue lenta – O aumento dos preços do milho no mercado interno verificado nos últimos dias incentiva produtores a continuar aguardando o melhor momento para fechar negócios. A valorização do dólar ante o real desde a semana passada tem contribuído para que o grão fique mais caro. No mercado futuro, produtores vêm represando negociações não apenas na expectativa de melhor rendimento proporcionado pelo câmbio, mas também por receio de não conseguir plantar a área programada em função da irregularidade das chuvas na região. O indicador Cepea/Esalq fechou a R$ 36,15/saca, alta de 1,09%. Em dólar, o preço ficou em US$ 9,01/saca (-0,55%). 

Fonte: AE


 

21/12/2015 Panorama Econômico - Segunda-Feira - 21/12/2015
Panorama Econômico - Segunda-Feira - 21/12/2015

Brasil – Governo tenta evitar recesso. Aécio lidera pesquisas. Mais parlamentares decididos pelo impeachment do que contra.

Governo faz última tentativa por um recesso mais curto – Focado em tirar o tema impeachment da frente, o governo tentará encurtar o recesso. O ministro da Secretaria de Governo, Ricardo Berzoini, fará a última reunião com líderes da base para fechar a questão, às 15 horas. O governo defende um recesso encurtado com um retorno dos trabalhos dos parlamentares ainda em janeiro. O recesso do Congresso começa oficialmente no dia 23 de dezembro e acaba no dia 2 de fevereiro.


Entre deputados, 42% são pró e 31% contra o impeachment – Segundo o Datafolha em pesquisa com deputados federais, existem mais parlamentares já decididos a votar do impeachment do que contrários. Nenhum dos dois lados, no entanto, já tem os votos suficientes para sair vencedor, levando a decisão está na mão de uma parcela de 27% dos deputados, o equivalente a 138 parlamentares, que ainda não se definiram ou não responderam à pesquisa.42% dos deputados afirmaram que são favoráveis ao afastamento, o equivalente a 215 votos. Para o impeachment passar na Câmara, são necessários, ao menos, 342 votos, ou dois terços do total. Faltam, portanto, 127 votos. Do outro lado, 31% dos parlamentares votariam contra o impeachment, o que seriam 159 votos, restando 12 apoios confirmados para que a presidente atinja a marca de 171 votos, suficiente para sobreviver no cargo.

Aécio lidera corrida pela presidência, diz Datafolha – Em pesquisa sobre as intenções de voto para uma disputa em 2018, Aécio Neves lidera nos dois cenários testados com o seu nome, segundo o Datafolha. No cenário que inclui o atual prefeito do Rio, Eduardo Paes, Aécio tem 26% das intenções de voto, seguido pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com 20%, e pelos ex-ministros Marina Silva, com 19%, e Ciro Gomes, com 6%. Nesse cenário, Eduardo Paes aparece com 1% das intenções de voto. No cenário que inclui Michel Temer como candidato do PMDB, Aécio lidera com 27% das intenções de voto, seguido por Lula (20%), Marina Silva (19%) e Ciro Gomes (6%). Temer aparece com 2% das intenções de voto.


Confiança da Indústria avança – Segundo a FGV, a confiança da indústria atingiu 75,7, avançando 0,9 ponto em relação ao final de novembro, onde atingiu 74,8 pontos. Na comparação anual, queda de 11 pontos. O índice de expectativas aumentou 1,9, indo para 77 pontos, e o índice de situação atual permaneceu estável em 74,8 pontos.

Governo e Cunha podem levar regras do impeachment novamente ao STF - O governo e o PT decidiram que vão recorrer ao STF para barrar uma eventual manobra articulada pela oposição para tentar, a partir de uma alteração no regimento interno da Câmara, tornar viáveis as candidaturas avulsas na comissão especial que analisará o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff. O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, adiantou que provavelmente entrará com embargos de declaração no Supremo a fim de ter clareza sobre o alcance da decisão da Corte da semana passada que definiu o rito do processo que envolve a petista. Os dois possíveis movimentos são mais um lance no embate que pode levar, de novo, as regras do processo do impeachment para a Corte.


Radar: Barbosa e RTI no foco local - O novo ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, é destaque neste início de semana no Brasil. Na agenda de hoje de Barbosa consta reunião com o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini (9h30); teleconferência com investidores nacionais e estrangeiros (12h00); e a cerimônia de transmissão do cargo (17h00). A presidente Dilma Rousseff cumpre agenda em Assunção, no Paraguai, onde participa da XLIX Cúpula dos Estados Partes do Mercosul e Estados Associados (11h00), e depois da cerimônia de transmissão de cargo na Fazenda ao ministro Nelson Barbosa. Estão previstas ainda a divulgação da nota do setor externo de novembro (10h30). Após as contas correntes apresentarem déficit de US$ 4,166 bilhões em outubro, a expectativa para novembro vai de - US$ 4,650 bilhões a -US$ 3,5 bilhões, com mediana de -US$ 4,250 bilhões, segundo o AE Projeções. E quase todas as estimativas para o Investimento Direto no País (IDP) deverão cobrir o rombo previsto nas contas externas de novembro. As expectativas para o IDP vão de US$ 4,600 bilhões a US$ 5,500 bilhões, com mediana de US$ 5,000 bilhões. Em outubro, o IDP ficou em US$ 6,712 bilhões. Também hoje, sai a balança comercial semanal (15h00). No Congresso, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, reúne-se com integrantes do colégio de líderes para definir a pauta de votações da semana. Ao longo da semana, saem o Relatório Trimestral de Inflação (RTI) e o resultado primário do Governo Central (ambos na quarta-feira).

Destaque Focus: Inflação avança, câmbio estável. Selic sobe para 2016 e PIB em queda - O Boletim Focus do Banco Central dessa segunda-feira, aponta para uma elevação do IPCA, que deve encerrar o ano em 10,70% e não mais em 10,61% estimado na semana passada. Para 2016 a projeção também é de avanço do índice de 6,80% para 6,87%. Em relação ao câmbio, os economistas ouvidos pelo BC mantiveram a aposta do dólar comercial em R$ 3,90. Para 2016,  ficou inalterada em R$ 4,20. No caso da Selic, a expectativa foi mantida em 14,25% neste ano, mas subiu a estimativa para o ano que vem subindo de 14,63% para 14,75%. O mercado reduziu aposta do PIB de 2015 de -3,62% para -3,70%. Para o ano que vem, a projeção foi de -2,67% para -2,80%.


Mercados Internacionais – Bolsas em alta pelo mundo, em semana de PIB dos EUA.

Bolsas

Bolsas da Europa e futuros de NY em alta - Tanto os futuros das bolsas de Nova York como as bolsas europeias sobem em torno de 1% nesta manhã, num movimento de recuperação das perdas registradas na sexta-feira.

Bolsas da Ásia em alta – Na Ásia, as bolsas fecharam em alta nesta segunda. Começando pelas bolsas chinesas, os investidores renovaram o otimismo que os fundos de seguros continuarão a comprar as ações blue chips, assim o Xangai Composto subiu 1,8%, enquanto o Shenzhen Composto avançou 1%. A Bolsa de Hong Kong teve alta de 0,17%. No Japão, a Bolsa de Tóquio fechou em queda de 0,37%, ainda reagindo mal aos anúncios em torno do programa de estímulos monetários. Em outras praças, a Bolsa de Seul subiu 0,30% e a de Sydney teve alta de 0,05%.


Resultado de eleições na Espanha gera incertezas – O Partido Popular seguiu como o mais votado nas eleições espanholas, mas não com maioria suficiente para governar sozinho. Logo, o partido precisara de alianças com menores, o que gera incertezas. O partido esquerdista Podemos e a sigla Ciudadanos, próxima ao setor empresarial, passaram a ter representação no Parlamento, o que acabou com três décadas de bipartidarismo na Espanha. "Hoje não vamos saber quem será o próximo primeiro-ministro, nem na próxima semana tampouco devemos ter nada muito claro", disse o cientista político Jorge Piquer, da IE University.

PPI da Alemanha em queda – Na Alemanha o PPI recuou 0,2% na comparação mensal, correspondendo à expectativa dos analistas, e registrou queda de 2,5% na comparação anual, a maior queda em 12 meses desde 2010. O mercado aguardava queda 2,4%.


PIB dos EUA no radar internacional - Na agenda internacional estão previstos para hoje o índice de atividade nacional medida pelo Fed de Chicago de novembro (11h30) e a confiança do consumidor de dezembro da zona do euro (13h00). Na terça feira, sai o PIB preliminar do 3º trimestre dos EUA e, na quarta-feira, o PIB final do 3º trimestre do Reino Unido, além de gastos pessoais, rendimento pessoal e encomendas de bens duráveis dos EUA.

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Agronegócio

Soja

Clima no Brasil e oferta da Argentina influenciam preços na CBOT - Os contratos futuros de soja fecharam em alta na sexta-feira na Bolsa de Chicago (CBOT), acumulando ganho de 2,17% na semana. Os preços foram sustentados pela piora na percepção sobre o clima no Brasil e pela continuidade do movimento técnico de cobertura de posições vendidas. Nesta semana, investidores devem seguir monitorando as condições climáticas no País. A possibilidade de aumento da disponibilidade de soja argentina também continua no radar do mercado. Nesta semana, traders devem seguir monitorando as previsões para o clima no Brasil, mas também a oferta da Argentina. O governo argentino reduziu na semana passada o tributo sobre exportação de soja de 35% para 30%, eliminou o controle sobre o câmbio, o que provocou forte desvalorização do peso, e fechou um acordo com produtores e empresas agrícolas para liquidação de US$ 6 bilhões em grãos estocados em três semanas.  Além disso, os volumes de negócio na CBOT devem diminuir nas semanas de Natal e Ano Novo, com o esvaziamento do mercado perto do fim de ano. Com a atividade reduzida, o movimento de outros mercados, como dólar e petróleo, também pode causar volatilidade em Chicago.

Fonte: AE


Milho

Mercado inicia a semana de olho no clima do centro-oeste – Participantes do mercado doméstico do milho estão atentos ao clima no Brasil. A escassez de chuvas no Centro-Oeste do País preocupa cada vez mais os agricultores, pelo stress que provocam nas lavouras de soja. A situação também levanta temores em relação à safrinha, que corre o risco de ser plantada fora do período ideal. Aliado ao forte avanço do dólar, o cenário alimenta a perspectiva de que os preços do grão possam subir no início do ano, o que faz os vendedores postergarem suas vendas. A moeda norte-americana dá sinais de avanço, sustentando pela crise política brasileira, acentuada no fim da semana passada pela indefinição em relação ao ministro da Fazenda. Mais tarde, a saída de Joaquim Levy do cargo, substituído pelo ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, foi anunciada. A valorização da divisa fez o valor da saca do milho para entrega imediata no Porto de Santos chegar a R$ 40.

Fonte: AE


 

18/12/2015 Panorama Econômico - Sexta-Feira - 18/12/2015
Panorama Econômico - Sexta-Feira - 18/12/2015

Brasil – Indicadores econômicos seguem desapontando. STF dá vitória para Planalto. Dilma busca novo Ministro da Fazenda.

IBC-Br recua além do esperado – O Banco Central apresentou o IBC-Br de outubro, que recuou 0,63% ante setembro, acima dos 0,40% de queda esperados pelo mercado. Na comparação anual recuo de 6,38%, e atinge uma queda acumulada de 3,69% no ano. O indicador segue mostrando a deterioração da economia brasileira no ano, e aponta para um quadro similar no início de 2016.


IPCA-15 de dezembro no nível mais elevado desde 2002 – O IBGE divulgou o IPCA-15 de dezembro, alta de 1,18% ante novembro, acima dos 1,12% esperados pelo mercado, e dos 0,85% do IPCA-15 de novembro. Esse é o índice mais elevado para o mês desde 2002, quando registrou 3,05%. Com isso o IPCA-15 acumulado fechou o ano em 10,71%, mais elevado desde 2002, quando atingiu 11,99%. Em dezembro, alimentação e bebidas, com alta de 2,02%, e transportes, com 1,76%, apresentaram os mais elevados resultados de grupo. Juntos, foram responsáveis por 69% do índice, já que somam 0,82 p.p. de impacto, sendo 0,50 p.p. dos alimentos e 0,32 p.p. dos transportes.

Senado terá palavra final sobre impeachment - O STF deu uma vitória ao Planalto ontem, e reconheceu a autonomia do Senado para barrar o impeachment, mesmo após aprovação de um processo na Câmara dos Deputados. Assim para Dilma ser afastada é necessária aprovação por maioria simples no Senado. Os ministros também derrubaram a eleição que formou Comissão Especial sobre o tema na Câmara com maioria pró-impeachment. A oposição à presidente Dilma Rousseff no Congresso deve se reunir ainda hoje para definir a estratégia que será adotada a partir de agora.


Dilma busca substituto para o ministério - O anúncio da saída do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, só não foi ainda oficializado porque a presidente Dilma Rousseff não conseguiu definir o nome de seu substituto. As informações apontam que na próxima semana será anunciado o novo nome, na quarta-feira à noite, a saída de Levy foi um dos temas tratados na reunião de Dilma com o ex-presidente Lula, três ministros e o presidente do PT, Rui Falcão. Lula, agora, demonstra simpatia pelo senador Armando Monteiro, atual ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Os petistas, contudo, trabalham arduamente para que Dilma opte por uma solução caseira, limitando-se a transferir Nelson Barbosa do Planejamento para a Fazenda.

'Parece que governo tem medo de reforma', diz Levy - Joaquim Levy deu duas entrevistas no dia em que surgiram informações de que ele já se despediu de seu cargo. Uma para o jornal O Globo e outra por telefone ao Broadcast. O ministro referiu-se, durante todo o tempo da entrevista, ao governo como se já estivesse fora dele. "O governo só fala do fiscal. Por quê? Eu não sei. Nunca entendi. Parece que tem medo de reforma, não quer nenhuma reforma", protestou. Disse ter conseguido evitar mais "pedaladas" e brincou, dizendo que agora o seu caminho "é de paz interior". Por diversas vezes Levy referiu-se ao "final do ano legislativo", como se isso marcasse o fim de sua missão no governo. E sobre a dificuldade de Dilma encontrar um nome para substituí-lo, foi sucinto. "Sempre se encontra um sucessor.". Para o Globo acrescentou “Evidentemente, uma extensão da minha permanência depende da sinalização de reformas, ou sinalização da intenção de reformas”.


Radar: Levy e Caged são destaques - A agenda doméstica tem como destaque o Caged de novembro (12h00). As projeções do mercado são de fechamento entre 70.000 e 227.000 empregos, com mediana em -154.000 postos, sem ajuste sazonal. Entre os eventos, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, participa de café da manhã com a imprensa e, às 15h00, a presidente Dilma Rousseff reúne-se com entidades sindicais.


Mercados Internacionais – Banco do Japão anuncia novas medidas. Bolsas apreensivas com queda do preço petróleo.

Bolsas

NY E bolsas europeias estendem perdas - Os futuros de NY e as bolsas da Europa operam no campo negativo, estendendo as perdas de ontem, quando houve realização de ganhos obtidos com a decisão e comunicado do Federal Reserve e temor com a queda do preço do petróleo.

Bolsas na Ásia divergem – A Bolsa de Xangai fechou estável, impulsionada pela queda das ações e do petróleo em Nova York ontem. O índice Shenzhen Composto, de menor abrangência, caiu 0,3%. No Japão, o índice Nikkei reagiu negativamente as novas medidas anunciadas pelo BoJ, caiu 1,9%. Na Oceania, a Bolsa da Austrália fechou quase estável, com alta de 0,1%, aos 5.106,70 pontos.


Banco do Japão anuncia medidas suplementares de estímulo monetário – O Banco do Japão anunciou novas medidas suplementares ao atual programa de relaxamento monetário. O BoJ se comprometeu a expandir sua exposição a bônus do governo de longo prazo e a fundos de ações domésticos, ampliando o vencimento médio dos bônus de 7 a 10 anos para 7 a 12 anos, a partir de janeiro. A compra anual de 80 trilhões de ienes, US$650 bilhões, será mantida. A maior novidade é a compra de ETFS, fundos de índices, com 300 bilhões anuais de ienes, começando em abril de 2016.

Vendas no varejo no Reino Unido avançam – No Reino Unido, alta de 1,7% nas vendas no varejo em novembro ante outubro. O mercado aguardava uma alta de 0,5%, já na comparação anual, houve alta de 5% ante 3,1% das projeções.


Radar: PMI serviços e atividade industrial estarão no foco nos EUA - O calendário norte-americano prevê o PMI de serviços da Markit (12h45) e o índice de atividade industrial do Fed Kansas (14h00), ambos de dezembro. O evento de destaque é o discurso do presidente do Fed de Richmond, Jeffrey Lacker (16h00).

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Agronegócio

Soja

Após fortes altas na sessão anterior, soja apresenta estabilidade - Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago, após as altas de mais de 10 pontos da sessão anterior, operavam com estabilidade. Os movimentos de compra e venda de posições por parte dos investidores seguem alinhando os negócios nas últimas sessões e mantendo o comportamento técnico. Entretanto, os fundamentos, segundo explicam analistas, devem se fortalecer nos próximos meses na medida em que vêm trazendo a consolidação das perdas no Brasil por conta do clima e ainda a definição do plantio da temporada 2016/17 nos EUA. O mercado internacional ainda sente também a forte influência do mercado financeiro que parece, nas últimas sessões, ter amenizado a aversão ao risco por parte dos investidores que vinha pressionando as cotações de uma forma geral.

Fonte: Notícias Agrícolas


Milho

Clima beneficia lavouras de milho no RS, informa a Emater – Dados da Emater mostram que as lavouras seguem favorecidas com as condições climáticas atuais, apresentando potencial produtivo acima da média no Rio Grande do Sul. No atual momento 63% delas estão nas fases de floração e enchimento de grão, fases estas suscetíveis à falta de umidade no solo. Nesse sentido, as constantes chuvas registradas nas principais regiões produtoras, aliadas às temperaturas elevadas, têm contribuído para o bom desenvolvimento das lavouras. Nas lavouras semeadas recentemente e que se encontram em desenvolvimento vegetativo, os produtores tratam de aplicar nitrogênio em cobertura com o intuito de garantir uma boa produção futura. Entre aquelas plantadas no início do período recomendado, aproximadamente 1% já se encontra madura para a colheita, fato este que deverá se intensificar a partir de meados de janeiro próximo. 

Fonte: Emater RS



 

17/12/2015 Panorama Econômico - Quinta-Feira - 17/12/2015
Panorama Econômico - Quinta-Feira - 17/12/2015

Brasil – Desemprego recua. LDO deve ser votada hoje. Mudança da meta aprovada.

Desemprego recua em novembro – Segundo o IBGE, a PME trouxe a taxa de desemprego indo de 7,9% para 7,5%, e no confronto com novembro de 2014, a taxa subiu 2,7 pontos percentuais, estava em 4,8%. A população desocupada e ocupada permaneceu estável.


Relator derrota governo em voto sobre impeachment – O ministro do STF, Edson Fachin, trouxe uma nova derrota para o governo, ao rejeitar pontos que a presidente questionava na tentativa de barrar o processo na Câmara. O julgamento da ação deve seguir hoje, as 14 horas com o pronunciamento dos demais dez ministros. O presidente do Supremo, Ricardo Lewandowski, adiantou que a sessão não terá hora para acabar. Fachin descartou, ainda, o afastamento do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, à frente do processo.

LDO deve ser votada hoje no Congresso - O presidente do Congresso, Renan Calheiros cancelou ontem a sessão prevista para a votação da LDO de 2016 com a redução de meta fiscal. Renan remarcou para às 10 horas de hoje, e afirmou que "O objetivo é encerrar, votar tudo que se refere ao Orçamento de 2016 de forma definitiva e encerrar, fazer o recesso".


CMO aprova meta de superávit primário de 0,5% do PIB – A Comissão Mista de Orçamento aprovou a redução da meta de 2016 de 0,7% para 0,5%, mas influenciados pela retirada do grau de investimento pela Fitch, sem qualquer tipo de abatimento, evitando a banda fiscal que ia variar de 0 a 0,5% do PIB. Antecipado pelo Broadcast, o novo parecer prevê que a meta do setor público consolidado será de R$ 30,554 bilhões (0,48% do PIB).

Janot pede ao STF saída de Cunha da Câmara - O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, solicitou ao STF o afastamento do presidente da Câmara, Eduardo Cunha. No documento, destaca que um eventual pedido de prisão do peemedebista foi descartado "num primeiro momento". O pedido, protocolado no gabinete do ministro Teori Zavascki, relator da Operação Lava Jato na Corte, deve ser analisado em plenário. Janot lista “vários crimes de natureza grave”, como apresentar emendas em 11 medidas provisórias de interesse de empreiteiras e bancos, ameaçar o relator do Conselho de Ética, usar a CPI da Petrobras para “constranger e intimidar testemunhas” e usar o cargo em benefício próprio.


Radar: Tombini e arrecadação na agenda local - A agenda doméstica desta quinta-feira traz a arrecadação de impostos em novembro (14h30), que deve ficar de R$ 94,639 bilhões a R$ 108,000 bilhões, com mediana R$ 101,048 bilhões, após resultado de R$ 103,530 bilhões em outubro, segundo o AE Projeções. O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, e vários diretores do BC participam de café da manhã com jornalistas (9h00). A presidente Dilma Rousseff cumpre agenda no Rio de Janeiro, a partir das 16h30. O CMN decide a TJLP do primeiro trimestre.

Mercados Internacionais – Bolsas avançam com sinalização de alta gradual de juros.


Bolsas

Futuros de NY e bolsas da Europa disparam - As bolsas europeias e os futuros de NY reagem bem a sinalização de que o processo de alta de juros nos EUA será gradual. Na Europa alta em torno de 2% e nos EUA de 0,5%.

Bolsas asiáticas sobem – Impulsionadas pela sinalização de alta gradual nos juros dos EUA, as bolsas asiáticas avançam. O Xangai Composto subiu 1,8% e o Shenzhen Composto, 2,7%. A Bolsa de Tóquio também reagiu com avanço, de 1,59%. Nas demais praças da região Ásia-Pacífico, a Bolsa de Hong Kong teve alta de 0,79% e a de Seul, de 0,43% e a de Sydney, de 1,46%.


Índice de sentimento das empresas recua na Alemanha – Na Alemanha o sentimento dos empresários se deteriorou neste mês, indo de 109 para 108,7 em dezembro, enquanto os analistas aguardavam estabilidade.  
Vendas no varejo no Reino Unido avançam – No Reino Unido, alta de 1,7% nas vendas no varejo em novembro ante outubro. O mercado aguardava uma alta de 0,5%, já na comparação anual, houve alta de 5% ante 3,1% das projeções.

Radar: Auxílio-desemprego dos EUA no radar internacional - Na agenda internacional traz, nos EUA, os pedidos de auxílio-desemprego na semana passada (11h30), o índice de atividade regional do Fed da Filadélfia de dezembro (11h30) e o índice de indicadores antecedentes do Conference Board de novembro (12h00). Na China, sai o índice de preços de moradias de novembro (23h30).


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Agronegócio

Soja

CBOT foca câmbio argentino, alta de juro e exportação dos EUA - O mercado futuro de soja na Bolsa de Chicago (CBOT) deve reagir a questões macroeconômicas e de fundamentos nesta quinta-feira. Embora a elevação da taxa de juros nos Estados Unidos e a retirada dos controles sobre o câmbio na Argentina já fossem amplamente esperados pelo mercado, a confirmação veio pouco antes do fim do pregão em Chicago, no caso da decisão do Fed (Federal Reserve, o banco central norte-americano), ou depois do fechamento da sessão, no caso do anúncio do governo argentino. A perspectiva de fortalecimento do dólar no exterior e aumento das vendas de produtores argentinos tende a pesar sobre a oleaginosa. Além disso, o mercado observa o ritmo de exportações dos EUA, após as vendas semanais terem ficado acima do previsto pelo mercado no último relatório. 

Fonte: AE


Milho

Demanda fraca impede que preço interno reaja ao dólar - Com poucos participantes no mercado, os preços domésticos do milho se estabilizaram nas principais praças de comercialização. Mesmo o dólar, que ontem subiu, não teve força para provocar uma reação. Após a agência de avaliação de risco Fitch cortar a nota de crédito e, com isso, retirar o grau de investimento do Brasil, a moeda americana teve forte impulso e fechou em alta de 1,22%, a R$ 3,9257, depois de ter chegado a marcar a máxima de R$ 3,9653 (+2,24%) no início da tarde. A demanda fraca por milho no mercado interno prevalece sobre outros fatores como indicador para os preços do cereal.

Fonte: NA


 

16/12/2015 Panorama Econômico - Quarta-Feira - 16/12/2015
Panorama Econômico - Quarta-Feira - 16/12/2015

Brasil – Varejo surpreende positivamente. Meta fiscal de 2016 deve ser reduzida.

Varejo surpreende e avança – Segundo o IBGE, o volume de vendas no varejo avançou 0,6% em outubro ante setembro, acima da queda de 1% projetada pelo mercado. Na comparação anual recuo de 5,6%, menor do que os 8,3% aguardados pelo mercado. No comércio ampliado recuo de 0,1% ante a queda de 1,9% esperada pelo mercado. Assim, no acumulado dos dez primeiros meses do ano, o comércio varejista recuou 3,6% frente a igual período de 2014. O indicador acumulado nos últimos 12 meses, com recuo de 2,7% em outubro de 2015, assinalou a perda mais intensa desde janeiro de 2004 (-2,9%) e manteve a trajetória descendente iniciada em julho de 2014 (4,3%).


Meta fiscal de 2016 deve ficar entre 0 e 0,5% - Em ação que pode sacramentar a renúncia do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, a presidente Dilma Rousseff decidiu pedir ao Congresso aval para que a meta fiscal de 2016 seja, na prática, zero. Depois de grande articulação com a base aliada, a presidente deve propor uma meta de 0,5% do PIB, em torno de R$ 30,58 bilhões. A proposta também prevê uma regra de abatimento (descontos), que funcionaria como uma banda de 0 a 0,5% do PIB. Existe previsão de votação hoje, às 12 horas, em sessão conjunta, da Lei de Diretrizes Orçamentárias e do Orçamento de 2016.

Senado aprova repatriação - O senador Walter Pinheiro apresentou 10 emendas de redação que permitem que Dilma rejeite até 14 mudanças feitas pela Câmara, e o Senado aprovou o projeto que repatria recursos de brasileiros no exterior não declarados ao Fisco. O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, telefonou para o líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), para agradecer o esforço pela aprovação do projeto.


Supremo julga ação sobre rito do impeachment - O STF julga hoje a ação que vai definir os próximos passos do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff no Congresso. O governo admite dificuldade em um dos principais pedidos feitos na ação: a anulação do ato do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, de receber a denúncia de impeachment contra a presidente sem pedir defesa prévia a Dilma.

Radar: Reunião do PMDB em destaque - Às 12h30, é a vez do fluxo cambial semanal. Além disso, a BM&FBovespa divulga a segunda prévia da carteira teórica do Ibovespa, que valerá de janeiro a abril de 2016. Na agenda política, a executiva nacional do PMDB se reúne às 10h30 para aprovar resolução impedindo que filiações consideradas oportunistas pelas lideranças peemedebistas sejam aprovadas.


 
Mercados Internacionais – Bolsas avançam, embora cautelosas com decisão do Fed.

Bolsas

Futuros de NY e bolsas europeias avançam - Com a grande expectativa da reunião do Fed, mercados avançam, ainda que com muita cautela, reagindo positivamente ao sinal positivo da Ásia, e a indicadores econômicos divulgados hoje. Bolsas avançam menos que 0,5%.

Na Ásia, bolsas avançam - Acompanhando os ganhos registrados nas bolsas de Nova York e da Europa e à espera do Fed, as principais bolsas da Ásia subiram. O Xangai Composto subiu 0,2% e o Shenzhen Composto avançou 0,7%. Em Tóquio, o índice Nikkei subiu 2,61%. Em Hong Kong, a alta foi de 2,01%. A Bolsa de Seul e a de Sydney fecharam em altas de 1,88% e de 2,42%, respectivamente.


Inflação maior que esperada na Europa – Uma notícia boa para a região da zona do euro, o índice de preços ao consumidor avançou 0,2% em novembro na comparação anual, acima dos 0,1% previstos pelo mercado. Na comparação mensal, queda de 0,1%, menor que o recuo de 0,2% aguardado. O núcleo do CPI avançou 0,9% YoY e recuou 0,2% MoM. Também foi informada a balança comercial de outubro, que registrou um superávit comercial de 24,1 bilhões de euros, acima dos 22,4 bi de outubro 2014.

PMI Composto recua na zona do euro – Na zona do euro o PMI Composto de dezembro recuou para 54, vindo de 54,2 em novembro. Os analistas aguardavam estabilidade do indicador. O PMI Industrial subiu de 52,8 para 53,1 e o PMI Serviços foi de 54,2 para 53,9. Nas principais economias do bloco, também foram registradas quedas no PMI, na Alemanha a preliminar do PMI Composto recuou de 55,2 para 54,9, e na França o indicador foi de 51 para 50,3.


Desemprego no menor nível desde 2006 no Reino Unido – Uma das economias que mais apresenta sinais de ter se recuperado da última crise, o Reino Unido registrou uma taxa de desemprego de 5,2% no trimestre encerrado em outubro, menor patamar desde o trimestre encerrado em janeiro de 2006. A expectativa do mercado era de estabilidade em 5,3%. O indicador mostra a criação de 207 mil empregos, e os ganhos dos trabalhadores aumentaram 2% na comparação anual.


Radar: Fed anuncia decisão sobre juros - O anúncio da decisão de política monetária do Federal Reserve, às 17 horas, é o evento mais aguardado do dia no exterior. Ele será seguido de entrevista da presidente da instituição, Janet Yellen. Mais cedo nos EUA, saem os seguintes dados: construções de moradias iniciadas em novembro (11h30); produção industrial no mês passado (12h15); preliminar do PMI industrial da Markit referente a dezembro (12h45) e estoques semanais de petróleo bruto apurados pelo Departamento de Energia (13h30). Na zona do euro, merecem atenção o índice de preços ao consumidor (CPI) da zona do euro em novembro e o saldo comercial na região, ambos em outubro (8 horas).


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Agronegócio

Soja

Oferta argentina e decisão do FED influenciam preços em Chicago - Os contratos futuros de soja fecharam em queda na Bolsa de Chicago (CBOT), com investidores voltando a avaliar a perspectiva de aumento da oferta da Argentina. Após o ministro da Agricultura do país, Ricardo Buryaile, confirmar na segunda-feira redução do tributo sobre exportação de soja de 35% para 30%, investidores já começam a trabalhar com a hipótese de uma flexibilização dos controles sobre câmbio no país em breve. Nesta quarta-feira, a decisão de política monetária do Fed (Federal Reserve, o banco central norte-americano) deve concentrar as atenções. É esperada alta de juros de 0,25%, na primeira elevação em nove anos. A decisão pode provocar volatilidade nos mercados de moedas e se refletir nos demais ativos. O desempenho do petróleo também continua no radar. Além disso, traders seguem de olho no clima no Brasil. A previsão estendida é de chuvas mais fortes para a região Sul, com índices variando entre 50 a 250 mm, e tempo mais seco, com precipitações abaixo do normal, nas regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste.

Fonte: AE


Milho

Em Chicago, preços iniciam pregão próximos da estabilidade - As cotações futuras do milho negociadas na Bolsa de Chicago (CBOT) iniciaram o pregão desta quarta-feira do lado negativo da tabela. O mercado dá continuidade ao movimento de baixa iniciado no pregão de ontem. Os investidores ainda esperam a decisão do Federal Reserve, banco central americano, sobre a elevação ou não da taxa de juros nos Estados Unidos. E alta do dólar acaba reduzindo a competitividade das exportações americanas. Por outro lado, os investidores ainda tentam dimensionar o impacto da retirada das tarifas de exportação do milho argentino no mercado. A medida já ocasionou especulações no mercado de que os produtores do país poderão aumentar a área plantada com o milho ainda nesta safra.

Fonte: Noticias Agrícolas


Trigo

Liquidez segue baixa - A comercialização de trigo em grão segue enfraquecida, principalmente no Paraná. Segundo pesquisadores do Cepea, representantes de moinhos já se abasteceram e, agora, trabalham com o cereal estocado. Já no Rio Grande do Sul, alguns agentes de moinhos ainda têm interesse em adquirir novos lotes de trigo, mas de boa qualidade.
Produtores consultados pelo Cepea, por sua vez, têm mais interesse em negociar o cereal, no intuito de fazer caixa para o final de ano e também começar a liberar os armazéns para o recebimento da safra de verão. Mesmo com o aumento da oferta, os preços têm se sustentado, principalmente no Rio Grande do Sul.

Fonte: Corretora Mercado


 

15/12/2015 Panorama Econômico - Terça-Feira - 15/12/2015
Panorama Econômico - Terça-Feira - 15/12/2015

Brasil – Meta fiscal deve ser reduzida. Temer convoca reunião do PMDB.

Meta fiscal deve ser reduzida para 0,5% do PIB – Para impedir um eventual corte de R$10 bilhões no Bolsa Família, a presidente Dilma Rousseff admite reduzir a meta para as contas públicas de 2016 de uma economia equivalente a 0,7% do PIB para 0,5%. Segundo o Broadcast, fontes do governo dizem que o corte de 35% no programa é impopular e daria força para o impeachment.


Temer convoca reunião do PMDB amanhã – Em movimento articulado por Temer e Cunha para impedir que Dilma coloque deputados de outros partidos para conseguir votos para devolver o comando do PMDB na Câmara a Leonardo Picciani, amanhã pela manhã a executiva nacional do PMDB se reúne , em Brasília, para aprovar resolução impedindo que filiações consideradas "oportunistas" pelas lideranças peemedebistas sejam aprovadas.
TSE analisa recurso sobre contas de Dilma - O ministro Gilmar Mendes incluiu do TSE desta terça-feira um recurso proposto pela defesa da presidente contra decisão de investigar a prestação de contas da campanha presidencial de 2014. O recurso alega que o TSE já havia aprovado com ressalva as contas.
Radar: Tombini e LDO no radar - A agenda doméstica está voltada nesta terça-feira para o Congresso. O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, participa de audiência pública na CAE do Senado (10h00) para falar sobre as diretrizes, implementação e perspectivas futuras da política monetária. O Senado pode votar o projeto de repatriação de recursos (14h00). O Conselho de Ética da Câmara retoma a discussão sobre o processo contra o presidente da Casa, Eduardo Cunha (9h30). A Comissão Mista de Orçamento se reúne (14h00) para discutir o Projeto de Lei Orçamentária Anual (Ploa 2016). O Congresso tem sessão para votar 31 itens, sendo o último deles o projeto da LDO de 2016 (19h00). A presidente Dilma Rousseff o inaugura Museu de Congonhas, em Minas Gerais (10h30) e depois se reúne em Brasília com centrais sindicais, que entregarão documento em que reivindicam o crescimento da economia (16h00). O BC faz dois leilões de linha, no total de até US$ 500 milhões (15h15).
Mercados Internacionais – Petróleo em alta. Apreensão em torno da reunião do Fed cresce.

Bolsas

Bolsas da Europa e futuros de NY em alta – Impulsionados por uma melhora nos preços do petróleo, as bolsas europeias sobem mais de 1% nesta manhã, buscando recuperação das perdas da véspera, enquanto os futuros das bolsas de Nova York também operam no positivo antes da divulgação de vários indicadores hoje.

Bolsas asiáticas fecham sem direção única – O clima de apreensão em torno da reunião do Fed aumentou, e as bolsas asiáticas fecharam sem direção única. Na China, a Bolsa de Xangai migrou para terreno negativo nos negócios da tarde, terminando o dia em baixa de 0,3%, conduzida pela queda dos papéis de corretoras e bancos. Por outro lado, o índice Shenzhen subiu 1,1%. Em Hong Kong, o índice Hang Seng perdeu 0,17%, enquanto em Seul, o Kospi avançou 0,27%. Na Austrália, o S&P/ASX 200 recuou 0,4%. A Bolsa de Tóquio caiu 1,68% hoje, ao menor patamar desde 22 de outubro, com um pequeno fortalecimento do iene ante o dólar ampliando o clima de nervosismo antes do encontro do Fed.


Inflação ao produtor em queda no Reino Unido – No Reino Unido os dados de inflação desapontaram os analistas, com queda de 0,2% na comparação mensal e 1,5% na anual, enquanto era aguardado 0,1% e 1,3%.

Expectativa econômica acima do esperado na Alemanha – Os dados da Alemanha seguem vindo melhores do que o esperado, após um mês de novembro onde decepcionaram muito, e o índice ZEW de expectativas econômicas foi de 10,4 em novembro para 16,1 em dezembro. Os analistas acreditavam em alta para 15. Abrindo o índice, as condições atuais avançaram de 54,4 para 55.


China segue orientando o yuan para baixo - A China orientou o yuan para baixo pela sétima sessão consecutiva, por meio de uma taxa de referência diária. Para os negócios de hoje, o Banco do Povo da China (PBoC) estabeleceu a taxa de paridade em 6,4559 yuans por dólar, ante 6,4495 yuans na sessão anterior, representando um enfraquecimento de 0,1% da moeda chinesa ante o dólar.


Radar: Indicadores dos EUA em destaque - Na agenda internacional um dos destaques é o início da reunião de dois dias do Federal Reserve. Também nos Estados Unidos são esperados o índice de preços ao consumidor (CPI) de novembro (11h30), o índice de atividade industrial Empire State de dezembro (11h30), índice NAHB de confiança das construtoras (13h00), e os estoques API de petróleo bruto (19h30).


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Agronegócio 

Soja

Movimento de correção sustenta CBOT, apesar de fundamentos - Os contratos futuros de soja começaram a semana em alta na Bolsa de Chicago (CBOT). Porém investidores atuam com cautela enquanto aguardam definições nesta semana, com destaque para o juro norte-americano, que pode ser elevado na quarta-feira. Nesta terça-feira, investidores seguem atentos aos movimentos do dólar e do petróleo e monitoram a demanda interna por grãos para esmagamento, com os números de novembro da Associação Nacional dos Processadores de Oleaginosas (Nopa, na sigla em inglês). Além disso, ontem o governo argentino reduziu a taxa sobre as vendas externas de soja de 35% para 30%, e o plano é diminuí-la progressivamente até sua eliminação em 2022. O anúncio do pacote é um sinal de Macri para que o setor oferte o volume armazenado de grãos. E depois da surpresa com a previsão da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), foi a vez da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) ajustar para cima a sua estimativa de safra. A associação prevê que o País colherá em 2015/16 99,4 milhões de toneladas, ante 98,6 milhões de toneladas na projeção de novembro. Na sessão de hoje, as atenções se voltam para a procura por soja dentro dos EUA. Analistas consultados pelo The Wall Street Journal projetam que o esmagamento de soja no país aumentou, bem como os estoques de óleo de soja, que vinham influenciando o mercado. Após a decisão do Banco Central norte-americano, o mercado pode ficar cada vez mais esvaziado com a proximidade do fim de ano. Os volumes de negócio tendem a diminuir nas semanas do Natal e Ano Novo. Além disso, o clima no Brasil deve continuar sendo monitorado. Dependendo das condições meteorológicas no País, a volatilidade na CBOT pode ser mais acentuada. A partir de agora, contudo, investidores, começam a voltar progressivamente suas atenções para as perspectivas para a safra 2016/17 nos EUA. 

Fonte: AE


Milho

 

Preços sobem com dólar, mas produtor espera mais - De olho no dólar, que volta a se valorizar ante o real, produtores elevam suas pedidas no mercado doméstico e administram a oferta de milho contando com novas reações. Ontem, o preço pago pela saca de 60 quilos subiu, mas não atingiu o valor pedido pelo vendedor. Indústrias e granjas buscam lotes de até 1.200 toneladas para entrega imediata e fecham negócios. Já a negociação futura é pontual, sem interesse significativo de venda ou de compra. O dólar avançou 0,28% na terceira sessão consecutiva de alta.


Trigo

Trigo causa prejuízo bilionário no Rio Grande do Sul - As mais pessimistas estimativas para a safra de trigo no Rio Grande do Sul vêm sendo confirmadas a cada nova divulgação de balanço de colheita. As perdas avaliadas em cerca de 50% sobre o inicialmente previsto, resultam em um prejuízo próximo a R$ 1,2 bilhão, de acordo com a Comissão de Trigo do Sistema Farsul. A colheita estimada pela Farsul em cerca de 2,7 milhões de toneladas, deve ficar próximo a 1,5 milhão, segundo cálculos da Conab, que aponta uma colheita de 1.731 quilos por hectare. O problema é a baixa qualidade do trigo, destinado à ração animal ou exportações. Para compensar os gastos com tecnologias e insumos que exigem investimentos intensivos, o trigo necessita de uma produtividade entre 55 a 60 sacas por hectare. Com o rendimento muito abaixo dos custos, há reforço nas perdas. A redução pela metade da estimativa de colheita de trigo impactou nos preços de toda a cadeia produtiva. Em seis meses, a saca de 60 quilos da farinha de trigo passou de R$ 34 para R$ 44. Segundo o Sindicato da Indústria do Trigo no Estado do Rio Grande do Sul (Sinditrigo-RS), até março há previsão de mais aumento que pode chegar a 10%, resultado da recomposição de margens e do repasse dos custos de matéria-prima, insumos e frete.

Fonte: Zero Hora


 

14/12/2015 Panorama Econômico - Segunda-Feira - 14/12/2015
Panorama Econômico - Segunda-Feira - 14/12/2015

Brasil – Semana com muitos indicadores econômicos e votações no Congresso

Temer tenta unir PMDB em torno do impeachment – O desgaste entre Dilma e seu vice, Michel Temer, continua aumentando e ambos têm estratégias distintas para enfrentar o processo de impeachment. Temer segue trabalhando para unificar a bancada do PMDB da Câmara, dividida ao meio pelos vaivéns sobre a escolha do seu líder. Dilma procura aumentar a pressão sobre os deputados da bancada peemedebista que detêm cargos do governo federal, sobretudo nos Estados. As ameaças lado a lado serão cada vez mais frequentes.


STF julga rito do impeachment e TSE, recurso contra investigação de contas – Na quarta-feira o STF julga o rito do impeachment da presidente Dilma. O TSE analisará um recurso proposto pela defesa da petista contra decisão de investigar a prestação de contas da campanha presidencial de 2014. Em agosto, o ministro Gilmar Mendes, que é relator das contas da petista no TSE, pediu a investigação de suposta prática de atos ilícitos nessa campanha. O recurso alega que o TSE já havia aprovado com ressalva as contas.


Radar Político: Semana cheia no Congresso - O Congresso pode votar a partir de amanhã, 19 horas, 31 projetos, o último deles o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2016. A pauta do plenário pode ser ampliada para 32 itens, caso a Comissão Mista de Orçamento (CMO), que se reúne hoje (15 horas), aprove o projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA) do ano que vem. Antes da LDO (31º item da pauta, os parlamentares tem que apreciar obrigatoriamente cinco vetos presidenciais, que trancam a pauta, outros 24 projetos de abertura de crédito suplementar e o Plano Plurianual (PPA) de 2016 a 2019. Já o Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara aprecia amanhã de manhã parecer preliminar do deputado Marcos Rogério (PDT-RO) sobre a representação contra o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente da Casa.


Vendas no varejo, desemprego e inflação no radar doméstico - A agenda doméstica da semana prevê IGP-10 de dezembro, segunda prévia do IPC-S de dezembro e vendas no varejo de outubro (quarta-feira); segunda prévia do IPC-Fipe deste mês e taxa de desemprego do mês passado (quinta-feira); e segunda prévia do IGP-M de dezembro, IBC-Br de outubro e IPCA-15 deste mês (sexta-feira).


Destaque Focus: Inflação avança, câmbio estável, Selic sobe para 2016 e PIB em queda -  O Banco Central divulgou hoje a edição semanal do relatório Focus. O boletim apontou para uma elevação do IPCA, que deve encerrar o ano em 10,61% e não mais em 10,44% estimado anteriormente. Para 2016 o mercado elevou a aposta, com IPCA passando de  6,70% na semana passada para 6,80%. Pela incerteza do cenário econômico, os economistas ouvidos pelo BC reduziram a aposta do dólar comercial de R$ 3,95 para R$ 3,90. Para o próximo ano ficou inalterada a expectativa em R$ 4,20. No caso da Selic, a expectativa foi mantida em 14,25% neste ano. Em 2016, a estimativa subiu 14,25% para 14,63%. Para o PIB, o mercado reduziu aposta do Produto Interno Bruto de 2015 de -3,50% para -3,62%. Para o ano que vem, a projeção foi de  -2,31% para -2,67%.


 
 

Mercados Internacionais – Dados positivos na China e na Europa, bolsas avançam

Bolsas

Futuros de NY e bolsas europeias em alta – As bolsas da Europa e os futuros de NY avançam, impulsionados por dados positivos vindo da China, e pela expectativa em torno da fala de Mario Draghi, a alta é contida em parte pela reunião do Fed que deve elevar os juros nos EUA.

Bolsas na Ásia em queda – Com exceção das bolsas chinesas, as bolsas asiáticas recuaram nesta segunda-feira. Na China os indicadores acima do esperado impulsionaram as bolsas, o Xangai Composto subiu 2,5% e o Shenzhen Composto avançou 2%. A Bolsa de Hong Kong caiu 0,72%. A Bolsa de Tóquio fechou em queda de 1,8%, com o sentimento de aversão a risco dominando o mercado japonês em meio à continuidade da queda nos preços do petróleo. A Bolsa de Seul caiu 1,07% e a Bolsa de Sydney recuou 2,01%.


Produção Industrial avança na zona do euro – A produção industrial da zona do euro avançou 0,6% em outubro ante setembro, e 1,9% na comparação anual segundo a Eurostat. O indicador recuou nos dois meses anteriores, o que dá um peso maior para a alta.
China

Vendas de moradias em alta na China – Na China alta de 23,5% nas vendas de moradias em novembro comparadas com novembro de 2014, vindo de alta de 16,1% em outubro. Entre janeiro e novembro, as vendas tiveram alta de 18%, ante igual período do ano passado. Os investimentos em imóveis, por sua vez, subiram apenas 1,3% no acumulado até novembro.

Produção industrial e vendas no varejo da China acima das projeções - A produção industrial e as vendas no varejo surpreenderam positivamente na China, a produção industrial registrou 6,2% de alta em novembro, acima da expectativa de alta de 5,7%. As vendas no varejo avançaram 11,2%, ante os 11% projetados. Já o investimento em ativos fixos nas cidades da China avançou 10,2% no período entre janeiro e novembro, na comparação com igual período de 2014, em linha com as expectativas. Por fim, o investimento no setor imobiliário avançou 1,3% nos primeiros onze meses de 2015, na comparação anual, menos que a alta de 2% no período entre janeiro e outubro.


Radar semanal: Indicador da zona do euro abre semana de Fed no exterior - O anúncio de política monetária do Federal Reserve, na quarta-feira, é o evento mais aguardado da semana. Hoje, não há dados norte-americanos na agenda. Na zona do euro, contudo, tem a produção industrial em outubro (8 horas) e discurso do presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi (9 horas). Amanhã saem, nos EUA, a inflação ao consumidor em novembro e o índice de atividade industrial de dezembro. Na quarta-feira, é a vez do PMI industrial de dezembro e da produção industrial e da capacidade instalada, ambos de novembro. Na quinta-feira, saem os indicadores antecedentes do mês passado. Na zona do euro, amanhã é a vez do índice de expectativas de dezembro e, na quarta-feira, da inflação ao consumidor em novembro e dos PMIs industrial e de serviços deste mês.
Conforme Análise da XP Investimentos
11/12/2015 Panorama Econômico - Sexta-Feira - 11/12/2015
Panorama Econômico - Sexta-Feira - 11/12/2015

Brasil – Protestos contra Dilma no domingo. Temer barra planos de Dilma no PMDB. Governo trabalha para evitar o recesso

Protestos anti-Dilma no domingo - Movimentos anti-Dilma organizam para domingo novas manifestações a favor do impeachment da presidente, devem ocorrer protestos nos 26 estados e no distrito federal, em 108 cidades. Em São Paulo, a concentração será a partir das 13 horas no Masp, na Avenida Paulista, região central da cidade. Até agora, a maior manifestação contra a presidente Dilma Rousseff ocorreu em 15 de março, quando, segundo a Polícia Militar, quase 2 milhões de pessoas foram às ruas de todo o País.

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Temer barra ação do Planalto no PMDB – Mesmo após Temer pedir que Dilma não interferisse na disputa interna de seu partido, a presidente pediu para que seu Ministro dos Transportes do PR indicasse um deputado de seu partido do Rio de Janeiro para trocar de partido pelo PMDB, para ajudar na maioria de Picciani. O Ministro rejeitou a ideia, e Michel Temer determinou ontem que todas as novas filiações de deputados deverão passar pela Executiva Nacional. A ala pró- impeachment do partido também se movimenta para precipitar o rompimento do PMDB com o governo. O novo líder do PMDB na Câmara, Leonardo Quintão (MG), afirmou ontem ao Estado que o sentimento dos deputados é de rompimento com o governo. Também disse que a pressão popular é que vai definir o impeachment.
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Governo defende 'férias curtas' – Com intuito de extinguir o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, o governo tem se esforçado para construir um acordo com parlamentares e encurtar o recesso. A previsão é de que o recesso se inicie em 22 de dezembro e termine em 2 de fevereiro. Os ministros do STF, por sua vez, defenderam ontem uma interferência mínima e uma decisão rápida no julgamento que pode decidir a continuidade do processo de impeachment.

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Levy fala em deixar o governo, Tombini indica alta de juros – Em nova queda de braço com o Ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, Joaquim Levy ameaçou deixar o governo caso o congresso aprove a “meta zero” de superávit primário. Levy acredita que atingir um superávit é crucial para a retomada da economia. Nelson Barbosa defende uma meta mais flexível, e tem o apoio de outros senadores da base aliada, como Walter Pinheiro, Gleisi Hoffmann, Eunício Oliveira, Romero Jucá. O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, indicou que a instituição pode subir juros já no início do próximo ano, afirmou que “não limitará as suas ações pelos possíveis impactos fiscais”, que o BC segue conduzindo a política monetária de forma autônoma para trazer a inflação para a meta.

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Radar: Levy e varejo nos EUA são destaques - A agenda local traz nesta sexta-feira o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola do IBGE relativo a novembro e o terceiro Levantamento da Safra de Grãos 2015/2016 da Conab, ambos às 9 horas. A presidente Dilma Rousseff participa de cerimônia do Dia dos Direitos Humanos, no Palácio do Planalto (11h00), enquanto o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, dá entrevista (18h00), ao lado do secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, no encerramento do Seminário Internacional Projeto OEA: Compliance, em São Paulo. Depois, Levy participa, em Maceió, da reunião da Confaz.

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Mercados Internacionais – Mercados em queda com proximidade da reunião do Fed

Bolsas

Futuros de NY e bolsas da Europa em queda – A proximidade da reunião do Fed, semana que vem, aumenta a aversão ao risco e derrubam as bolsas europeias e os futuros de NY. Ontem, as bolsas europeias fecharam sem direção definida, com as incertezas dos investidores sobre os mercados de commodities, cujos preços vêm registrando baixas frequentes nos últimos dias.

Bolsas na Ásia em queda – A maioria das bolsas na Ásia recuaram, começando pelas chinesas, que fecharam em baixa, impactadas por uma maior preocupação com saídas de capital diante do enfraquecimento do yuan, e com o desaparecimento de Guo Guangchang, bilionário cofundador e presidente do conselho do grupo Fosun. O Xangai Composto caiu 0,6% e Shenzhen Composto recuou 0,7%. Já a Bolsa de Tóquio avançou 0,97%, ajudada pelo enfraquecimento do iene ante o dólar, que favoreceu as exportadoras, e pela demanda por ações após uma sequência de três baixas. A Bolsa de Hong Kong caiu 1,1%; a de Seul perdeu 0,2% e a de Sydney, o mesmo (0,2%).

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Inflação como previsto na Alemanha – Na Alemanha, alta de 0,1% no CPI em novembro ante outubro, e avanço de 0,4% na comparação anual, assim como previsto por analistas.

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Novos empréstimos da China melhor do que esperado – Um dos melhores termômetros para avaliar a eficácia dos estímulos do governo chinês, os novos empréstimos, totalizaram 708,9 bilhões de yuans (US$ 110,1 bilhões) em novos empréstimos em novembro, ante 513,6 bilhões de yuans em outubro e maior do que os 600 bilhões previstos pelo mercado. A base monetária da China (M2) teve aumento anual de 13,7% em novembro, após avançar 13,5% em outubro. Neste caso, a previsão dos economistas era de ganho menor, de 13,4%. Outro destaque no país foi novamente o governo orientando o yuan ao menor nível em mais de quatro anos pelo terceiro dia seguido.

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Radar: Dados dos EUA no radar internacional - Nos EUA, saem o PPI e as vendas no varejo, ambos de novembro, e às 11h30, os estoques das empresas de outubro. Às 13:00, o índice de sentimento do consumidor de dezembro da Universidade de Michigan.

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03/12/2015 XPF na Logistech 2015
XPF na Logistech 2015

A XPF esteve presente na segunda edição da Logistech, Congresso de Infraestrutura, Transporte e Logística do Norte do RS, que aconteceu entre os dias 25, 26 e 27 de novembro de 2015, no Centro de Eventos da Universidade de Passo Fundo.

O Congresso discutiu a importância da infraestrutura para o desenvolvimento regional e do estado. Durante a abertura do Congresso, o reitor da UPF, professor José Carlos Carles de Souza, que visitou também o estande da XPF, destacou que a Universidade, ao longo de sua história, sempre esteve ao lado do desenvolvimento local e regional, provocando discussões importantes, relacionadas às melhorias para o aeroporto Lauro Kortz de Passo Fundo, tema que é de interesse regional e que, no último ano, teve avanços importantes. Outro debate proposto foi a necessidade de melhorias nas rodovias da região. O coordenador da Logistech, Marcos Cittolin, que também visitou os estandes da XPF, enfatizou que um dos objetivos do evento é propor ações estratégicas com os atores locais através da atração, da ação e da diversificação de negócios. “O planejamento de ações e a definição dos modelos faz com que se potencialize e se conquiste o maior número de aliados devido à clareza dos propósitos”, ressaltou Cittolin.  Além disso, a programação contou com o painel “Infraestrutura como aliada na aceleração do desenvolvimento regional”, ministrado pelo secretário estadual dos Transportes e Modalidade Pedro Westphalen e pelo prefeito de Canoas Jairo Jorge da Silva. Foram também apresentados e discutidos assuntos como “Soluções de infraestrutura logística para o Rio Grande do Sul”, o Seminário da Federação das Empresas de Logística e Transporte de Cargas no Estado do Rio Grande do Sul (Fetransul) e uma reunião com a Bancada Gaúcha onde participaram dos debates o senador Lasier Martins, os deputados Juliano Roso e Gilmar Sossela, além do vereador Márcio Patussi e do presidente da Fetransul, Paulo Vicente Caleffi.

Além dos encontros e discussões no congresso, diversas empresas estiveram presentes expondo seus principais produtos e serviços. A XPF, agente autônomo de investimentos, filiado à XP Investimentos, expôs o trabalho desenvolvido na área de investimentos, a XPF Invest, que atua desde 2004 no mercado de Passo Fundo e região, e da corretora de grãos, a XPF Agro, que atua em todo o Brasil na comercialização de grãos. Na ocasião também foi exposto o trabalho do Corretor Online da XPF Agro. A XPF dividiu seu estande com a Brazmaq, empresa que atua no segmento de vendas de empilhadeiras e máquinas em gerais na cidade de Erechim/RS, há mais de 15 anos.

Em 2016, a XPF pretende mais uma vez apoiar essa iniciativa promovida pela Universidade de Passo Fundo, juntamente com a B2M Produtora e o Sest Senat, propondo discussões na área da logística para a cidade de Passo Fundo e da região norte do Rio Grande do Sul, além de expor seus produtos e serviços a todos os visitantes na próxima edição da Logistech

Na foto Marcos Cittolin, José Carlos Carles de Souza, Luciano Crusius e Múcio de Castro Neto